Romance é
uma obra literária que apresenta narrativa em prosa, normalmente longa, com
fatos criados ou relacionados a personagens, que vivem diferentes conflitos ou situações dramáticas, numa
sequência de tempo relativamente ampla.
Um romance
pode contar diferentes tipos de história, podendo ser denominado de “romance
policial”, “romance de aventuras”, “romance regional”, “romance histórico”,
“romance urbano”, “romance indianista” etc.
Romantismo é o nome que se dá ao
movimento literário que começou no final do século XVIII e vigorou até a metade
do século XIX. Romântico é
aquilo que se refere ao Romantismo como movimento literário. Ex.: Castro Alves
foi um poeta romântico.
Fora do
campo literário, o termo romance ganhou o significado de “caso de amor”, uma
situação que envolve pessoas apaixonadas.
Origem da
palavra romance
A palavra
romance tem origem no termo medieval “romanço” que designava as línguas usadas
pelos povos sob o domínio do Império Romano. Essas línguas eram uma forma
popular e evolutiva do latim. Também se chamavam romanço, as composições
de cunho popular e folclórico, escritas nesse latim vulgar, em prosa e em
verso, que contavam histórias cheias de imaginação, fantasias e aventuras. Outra
hipótese sobre a origem do termo romance, é que pode ter se originado de “romana”
(vocabulário da língua provençal) do qual se originou a forma latina
“romanicus”. Somente no século XVIII é que a palavra romance passou a
designar o gênero literário que se entende hoje.
Características
do romance
O romance
pertence ao gênero narrativo da literatura, pois apresenta uma sequência de
fatos interligados que ocorrem ao longo de certo tempo. A marca principal desse
tipo de texto é a relação temporal que se estabelece entre os fatos, mesmo que
não sejam narrados na sequência temporal em que ocorreram, é sempre possível
reconstituir essa sequência.
Um romance
apresenta quatro elementos em sua estrutura: narrador, personagem, enredo e
tempo.
- Narrador
– aquele que conta o que aconteceu na história. Ele faz parte da narrativa, é
um elemento da estrutura, não devendo ser confundido com o autor. O narrador
pode ser uma das personagens e relacionar-se com outras. Nesse caso é um
narrador em primeira pessoa.
- Personagens
– são os elementos do texto que praticam as ações e provocam o desenvolvimento
da história. São representações fictícias de seres humanos, que podem ser
descritos do ponto de vista físico e psicológico. A personagem principal de um
romance é chamada de protagonista.
- Enredo
– é o nome que se dá a sequência dos fatos da narrativa. A palavra enredo vem de rede, o que sugere um entrelaçamento de fatos. O enredo
apresenta situações de conflito e a partir dele se chega ao tema, que é o
motivo central do texto.
- Tempo
– as ações das personagens acontecem no tempo. Num romance pode existir o tempo
cronológico e o tempo psicológico. O tempo cronológico é o tempo exterior,
marcado pela passagem das horas, dos dias etc.
Os fatos
do enredo podem ser organizados numa sequência de antes e depois, isto é, numa
sucessão temporal. O tempo psicológico é o tempo interior aquele que transcorre
dentro das personagens. Por ser subjetivo, não pode ser medido ou calculado. É
o tempo da memória, das reflexões.
A novela e
o conto
A Novela é
uma narrativa menos abrangente que o romance, composta de uma série de unidades
encadeadas, mas articuladas em torno de uma personagem central. É um gênero
literário cujas fronteiras não estão bem definidas, misturando-se muitas vezes
com o romance e o conto. Apresenta alguns personagens mais bem desenvolvidos
que outros. Alguns representam apenas um pequeno papel na trama. As novelas
deram origem à telenovela.
O Conto é
uma narrativa mais breve e condensada de todas. Concentra-se em torno de uma só
personagem e desenvolve apenas uma história.
EXEMPLO DE UMA PEQUENA HISTÓRIA DE MENTIRAS OU FICÇÃO
Mentira ou Ficção
“De
tanto inventar histórias para distrair seus amigos, o mau caráter Marcos Paulo,
morador do bairro do bairro próximo a periferia da sua terra natal do rio de
janeiro, na década de 1965 a 1997, que durante um grande manifesto, serviu como
mercenário no exército brasileiro, contra os manifestos estudantis. De um modo
geral, ele acabou entrando para história, como um grande mentiroso, graças ao seu
livro publicado, quando estava preso nas masmorras do poder militar na década
da revolução, por sinal anonimamente de 1970 a 1994, de um grande amigo
narrador dos grandes fatos ocorridos naquele período de manifestos políticos.
De
volta aos campos de batalhas, ruas e avenidas, dos mais diversos estranhos
imagináveis, surge o homem em público de vida bastante vivenciadas as grandes
histórias narradas no cenário do período bastante polêmicos e comentados dentro
da impressa brasileira. Puxando os fatos a si mesmo, na lembrança dos cabelos grisalhos
ao chamado da vida contemporânea, entre uma aventura e outra, ainda achou
tempo, talvez na ficção da sua vida, entre mentiras e verdades, duas maneiras
de narrar períodos felizes, a qual viveu um grande romance com uma bela mulher
de pernas muito bem torneadas, ele apaixonadíssimo, lembra dos grandes momentos
de amor compartilhados um com o outro em momentos históricos um pouco conturbado.
Mas
não há literatura que não tenha seus campeões de mentiras e ficções – real ou
imaginária. O escritor Marcos Paulo, o mau caráter, celebrizou-se graças às
aventuras mentirosas de seus personagens vividos em trancos e barrancos num
romance, hoje com uma certa tendência à obesidade, que se imaginava um valente herói
e saía contando peripécias (imprevistos, comentários) nunca vividas.
Recentemente fiz um
questionamento nos Grupos em que participo do maior Site – Linkedin, sobre o valor humano
HONESTIDADE, usando a seguinte chamada:Queridos participantes do Grupo..., gostaria de
começar a discutir com vocês, aqui no Linkedin, o valor humano “HONESTIDADE”.
Num momento crítico
como este que estamos vivendo no Brasil,
precisamos falar mais sobre os VALORES HUMANOS e os Direitos Adquiridos
pela Lei. Nosso Grupo pode começar a fazer diferença, pois em
minha opinião, muito mais do que banir o problema “corrupção” – temos que atuar
na raiz – fortalecendo em nossa sociedade valores humanos mais
elevados. E o melhor antídoto para a corrupção é a HONESTIDADE.
Qual a sua opinião
sobre este valor humano?
Utilizei um artigo
meu que fala sobre “VERDADE, SINCERIDADE E HONESTIDADE” para iniciar o debate, mas sobretudo, o que eu
pretendia era ver as pessoas trazerem seus comentários, sugestões,
angústias e manifestações escritas sobre o VALOR HUMANO
HONESTIDADE, ou, o que a falta dele vem gerando em nossa sociedade.
Outra motivação
para iniciar o debate foi a de ampliar a consciência coletiva para o “o
que fazer” e o “como podemos fazer” para que este
valor, cada vez mais, seja vivenciado – nos nossos lares, nas nossas
comunidades, nas nossas escolas, nas nossas cidades, nos governos, em nosso
país e em todas as civilizações do nosso planeta”.
Gandhi disse uma vez o seguinte: “Você nunca sabe
que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão
resultados.”
Na linha do que
Gandhi falou há anos, eu penso que as iniciativas para fortalecer este valor em
nossa sociedade podem ser inúmeras, mas eu acredito que o primeiro passo
deve ser: “compreender com profundidade o que realmente significa
ser honesto”. O segundo passo deve ser: avaliar “o quanto
praticamos estes conceitos”. Vale lembrar que para o Barrett Values Centre, o valor HONESTIDADE está
classificado no nível mais elevado da escala dos 7 níveis de consciência. Valor de nível 7 – SERVIÇO À HUMANIDADE E
AO PLANETA.
Então gostaria de
compartilhar com todos vocês, as inúmeras opiniões que recebi no debate sobre o
valor HONESTIDADE. Todas vieram através das discussões dos grupos
do Linkedin. Convido-os a ver o que as pessoas estão falando sobre HONESTIDADE.
UMA HISTÓRIA DE AMOR..., O QUE NÓS LEVAMOS PARA O OUTRO LADO DA VIDA
VEJA ESTE VÍDEO
O EGOÍSMO E
O ORGULHO - Suas causas, seus efeitos e os meios de destruí-los.
Ébem
sabido que a maior parte das misérias da vida tem origem no egoísmo dos homens.
Desde que cada um pensa em si antes de pensar nos outros e cogita antes de tudo
de satisfazer aos seus desejos, cada um naturalmente cuida de proporcionar a si
mesmo essa satisfação, a todo custo, e sacrifica sem escrúpulo os interesses
alheios, assim nas mais insignificantes coisas, como nas maiores, tanto de
ordem moral, quanto de ordem material. Daí todos os antagonismos sociais, todas
as lutas, todos os conflitos e todas as misérias, visto que cada um só trata de
despojar o seu próximo. O egoísmo, por sua vez, se origina do orgulho. A
exaltação da personalidade leva o homem a considerar-se acima dos outros.
Julgando-se com direitos superiores, melindra-se com o que quer que,
a seu ver, constitua ofensa a seus direitos. A importância que, por orgulho,
atribui à sua pessoa, naturalmente o torna egoísta.
Oegoísmo e o orgulho nascem de um
sentimento natural: o instinto de conservação. Todos os instintos têm sua razão
de ser e sua utilidade, porquanto Deus nada pode ter feito inútil. Ele não
criou o mal; o homem é quem o produz, abusando dos dons de Deus, em virtude do
seu livre-arbítrio. Contido em justos limites, aquele sentimento é bom em si
mesmo. A exageração é o que o torna mau e pernicioso. O mesmo acontece com
todas as paixões que o homem frequentemente desvia do seu objetivo
providencial. Ele não foi criado egoísta, nem orgulhoso por Deus, que o criou
simples e ignorante; o homem é que se fez egoísta e orgulhoso, exagerando o
instinto que Deus lhe outorgou para sua conservação.
Não podem os homens ser felizes, se não viverem em paz, isto é, se
não os animar um sentimento de benevolência, de indulgência e de
condescendência recíprocas; numa palavra: enquanto procurarem esmagar-se uns
aos outros. A caridade e a fraternidade resumem todas as condições e todos os
deveres sociais; uma e outra, porém, pressupõem a abnegação. Ora, a abnegação é
incompatível com o egoísmo e o orgulho; logo, com esses vícios, não é possível
a verdadeira fraternidade, nem, por conseguinte, igualdade, nem liberdade, dado
que o egoísta e o orgulhoso querem tudo para si.
Eles serão sempre os vermes roedores de todas as instituições
progressistas; enquanto dominarem, ruirão aos seus golpes os mais generosos
sistemas sociais, os mais sabiamente combinados. É belo, sem dúvida,
proclamar-se o reinado da fraternidade, mas, para que fazê-lo, se uma causa
destrutiva existe? Ë edificar em terreno movediço; o mesmo fora decretar a
saúde numa região malsã. Em tal região, para que os homens passem bem, não
bastará se mandem médicos, pois que estes morrerão como os outros; insta
destruir as causas da insalubridade. Para que os homens vivam na Terra como
irmãos, não basta se lhes deem lições de moral; importa destruir as causas de
antagonismo, atacar a raiz do mal: o orgulho e o egoísmo.
Essa a chaga sobre a qual deve concentrar-se toda a atenção dos que
desejem seriamente o bem da Humanidade. Enquanto subsistir semelhante
obstáculo, eles verão paralisados todos os seus esforços, não só por uma
resistência de inércia, como também por uma força ativa que trabalhará
incessantemente no sentido de destruir a obra que empreendam, por isso que toda
ideia grande, generosa e emancipadora, arruína as pretensões pessoais.
Impossível, dir-se-á, destruir o orgulho e o egoísmo, porque são
vícios inerentes à espécie humana. Se fosse assim, houvéramos de desesperar de.
todo progresso moral; entretanto, desde que se considere o homem nas diferentes
épocas transcorridas, não há negar que evidente progresso se efetuou. Ora, se
ele progrediu, ainda naturalmente progredirá. Por outro lado, não se encontrará
homem nenhum sem orgulho, nem egoísmo? Não se veem, ao contrário, criaturas de
índole generosa, em quem parecem inatos os sentimentos do amor ao próximo, da
humildade, do devotamento e da abnegação?
Onúmero delas, positivamente, é maior
do que o dos egoístas; se assim não fosse, não seriam estes últimos os fautores
da lei. Há muito mais criaturas dessas do que se pensa e, se parecem tão pouco
numerosas, é porque o orgulho se põe em evidência, ao passo que a virtude
modesta se conserva na obscuridade.
Se, portanto, o orgulho e o egoísmo se contassem entre as condições
necessárias da Humanidade, como a da alimentação para sustento da vida, não
haveria exceções. O ponto essencial, pois, é conseguir que a exceção passe a
constituir regra; para isso, trata-se, antes de tudo, de destruir as causas que
produzem e entretêm o mal.
Dessas causas, a principal reside evidentemente na ideia falsa que
o homem faz da sua natureza, do seu passado e do seu futuro. Por não saber
donde vem, ele se crê mais do que é; e não sabendo para onde vai, concentra na
vida terrena todo o seu pensar; acha-a tão agradável, quanto possível; anseia
por todas as satisfações, por todos os gozos; essa a razão por que atropela sem
escrúpulo o seu semelhante, se este lhe opõe alguma dificuldade. Mas, para
isso, é preciso que ele predomine; a igualdade daria, a outros, direitos que
ele só quer para si; a fraternidade lhe imporia sacrifícios em detrimento do
seu bem-estar; a liberdade também ele só a quer para si e somente a concede aos
outros quando não lhe fira de modo algum as prerrogativas. Alimentando todos as
mesmas pretensões, têm resultado os perpétuos conflitos que os levam a pagar
bem caro os raros gozos que logram obter.
Identifique-se o homem cem a vida futura e completamente mudará a
sua maneira de ver, como a do indivíduo que apenas por poucas horas haja de
permanecer numa habitação má e que sabe que, ao sair, terá outra, magnífica,
para o resto de seus dias.
Aimportância
da vida presente, tão triste, tão curta, tão efêmera, se apaga, para ele, ante
o esplendor do futuro infinito que se lhe desdobra às vistas. A consequência
natural e lógica dessa certeza é sacrificar o homem um presente fugidio a um
porvir duradouro, ao passo que antes ele tudo sacrificava ao presente. Tomando
por objetivo a vida futura, pouco lhe importa estar um pouco mais ou um pouco
menos nesta outra; os interesses mundanos passam a ser o acessório, em vez de
ser o principal; ele trabalha no presente com o fito de assegurar a sua posição
no futuro, tanto mais quando sabe em que condições poderá ser feliz.
Pelo que toca aos interesses terrenos, podem os humanos criar-lhe
obstáculos: ele tem que os afastar e se torna egoísta pela força mesma das
coisas. Se lançar os olhos para o alto, para uma felicidade a que ninguém pode
obstar, interesse nenhum se lhe deparará em oprimir a quem quer que seja e o
egoísmo se lhe torna carente de objeto. Todavia, restará o estimulante do
orgulho.
Acausa
do orgulho está na crença, em que o homem se firma, da sua superioridade
individual. Ainda aí se faz sentir a influência da concentração dos pensamentos
sobre a vida corpórea. Naquele que nada vê adiante de si, atrás de si, nem
acima de si, o sentimento da personalidade sobrepuja e o orgulho fica sem
contrapeso.
Aincredulidade
não só carece de meios para combater o orgulho, como o estimula e lhe dá razão,
negando a existência de um poder superior à Humanidade. O incrédulo apenas crê
em si mesmo; é, pois, natural que tenha orgulho. Enquanto que, nos golpes que o
atingem, unicamente vê uma obra do acaso e se ergue para combatê-la, aquele que
tem fé percebe a mão de Deus e se submete. Crer em Deus e na vida futura é,
conseguintemente, a primeira condição para moderar o orgulho; porém, não basta.
Juntamente com o futuro, é necessário ver o passado, para fazer ideia exata do
presente.
Para que o orgulhoso deixe de crer na sua superioridade, cumpre se
lhe prove que ele não é mais do que os outros e que estes são tanto quanto ele;
que a igualdade é um fato e não apenas uma bela teoria filosófica; que estas
verdades ressaltam da preexistência da alma e da reencarnação.
Sem a preexistência da alma, o homem é induzido a acreditar que
Deus, dado creia em Deus, lhe conferiu vantagens excepcionais; quando não crê
em Deus, rende graças ao acaso e ao seu próprio mérito. Iniciando-o na vida anterior
da alma, a preexistência lhe ensina a distinguir, da vida corporal,
transitória, a vida espiritual, infinita; ele fica sabendo que as almas saem
todas iguais das mãos do Criador; que todas têm o mesmo ponto de partida e a
mesma finalidade, que todas hão de alcançar, em mais ou menos tempo, conforme
os esforços que empreguem; que ele próprio não chegou a ser o que é, senão
depois de haver, por longo tempo e penosamente, vegetado, como os outros, nos
degraus inferiores da evolução; que, entre os mais atrasados e os mais
adiantados, não há senão uma questão de tempo; que as vantagens do nascimento
são puramente corpóreas e independem do Espírito; que o simples proletário
pode, noutra existência, nascer num trono e o maior potentado renascer
proletário.
Se levar em conta unicamente a vida planetária, ele vê apenas as
desigualdades sociais do momento, que são as que o impressionam; se, porém,
deitar os olhos sobre o conjunto da vida do Espírito, sobre o passado e o
futuro, desde o ponto de partida até o de chegada, aquelas desigualdades somem
e ele reconhece que Deus nenhuma vantagem concedeu a qualquer de seus filhos em
prejuízo dos outros; que deu parte igual a todos e não aplanou o caminho mais
para uns do que para outros; que o que se apresenta menos adiantado do que ele
na Terra pode tomar-lhe a dianteira, se trabalhar mais do que ele por
aperfeiçoar-se; reconhecerá, finalmente, que, nenhum chegando ao termo senão
por seus esforços, o princípio da igualdade é um princípio de justiça e uma lei
da Natureza, perante a qual cai o orgulho do privilégio.
Provando que os Espíritos podem renascer em diferentes condições
sociais, quer por expiação, quer por provação, a reencarnação ensina que,
naquele a quem tratamos com desdém, pode estar um que foi nosso superior ou
nosso igual noutra existência, um. amigo ou um parente. Se o soubesse, o que
com ele se defronta o trataria com atenções, mas, nesse caso, nenhum mérito
teria; por outro lado, se soubesse que o seu amigo atual foi seu inimigo, seu
servo ou seu escravo, sem dúvida o repeliria. Ora, não quis Deus que fosse
assim, pelo que lançou um véu sobre o passado. Deste modo, o homem é levado a
ver, em todos, irmãos seus e seus iguais, donde uma base natural para a
fraternidade; sabendo que pode ser tratado como haja tratado os outros, a
caridade se lhe torna um dever e uma necessidade fundados na própria Natureza.
Jesusassentou
o princípio da caridade, da igualdade e da fraternidade, fazendo dele uma
condição expressa para a salvação; mas, estava reservado à terceira
manifestação da vontade de Deus, ao Espiritismo, pelo conhecimento que faculta
da vida espiritual, pelos novos horizontes que desvenda e pelas leis que
revela, sancionar esse princípio, provando que ele não encerra uma simples
doutrina moral, mas uma lei da Natureza que o homem tem o máximo interesse em
praticar.
Ora,
ele a praticará desde que, deixando de encarar o presente como o começo e o
flui, compreenda a solidariedade que existe entre o presente, o passado e o
futuro. No campo imenso do infinito, que o Espiritismo lhe faz entrever,
anula-se a sua importância capital e ele percebe que, por si só, nada vale e
nada é; que todos têm necessidade uns dos outros e que uns não são mais do que
os outros: duplo golpe, no seu egoísmo e no seu orgulho.
Mas, para isso, é-lhe necessária a fé, sem a qual permanecerá na
rotina do presente, não a fé cega, que foge à luz, restringe as ideias e, em
consequência, alimenta o egoísmo. É-lhe necessária a fé inteligente, racional,
que procura a claridade e não as trevas, que ousadamente rasga o véu dos
mistérios e alarga o horizonte. Essa fé, elemento básico de todo progresso, é
que o Espiritismo lhe proporciona, fé robusta, porque assente na experiência e
nos fatos, porque lhe fornece provas palpáveis da imortalidade da sua alma, lhe
mostra donde ele vem, para onde vai e por que está na Terra e, finalmente, lhe
firma as ideias, ainda incertas, sobre o seu. passado e sobre o seu futuro.
Uma vez que haja entrado decisivamente por esse caminho, já não
tendo o que os incite, o egoísmo e o orgulho se extinguirão pouco a pouco, por
falta de objetivo e de alimento, e todas as relações sociais se modificarão sob
o influxo da caridade e da fraternidade bem compreendidas.
Poderá isso dar-se por efeito de brusca mudança? Não, fora impossível:
nada se opera bruscamente em a Natureza; jamais a saúde volta de súbito a um
enfermo; entre a enfermidade e a saúde, há sempre a convalescença. Não pode o
homem mudar instantaneamente o seu ponto de vista e volver da Terra para o céu
o olhar; o infinito o confunde e deslumbra; ele precisa de tempo para assimilar
as novas ideias.
OEspiritismo
é, sem contradita, o mais poderoso elemento de moralização, porque mina pela
base o egoísmo e o orgulho, facultando um ponto de apoio à moral. Há feito
milagres de conversão; é certo que ainda são apenas curas individuais e não
raro parciais. O que, porém, ele há produzido com relação a indivíduos
constitui penhor do que produzirá um dia sobre as massas. Não lhe é possível
arrancar de um só golpe as ervas daninhas. Ele dá a fé e a fé é a boa semente,
mas mister se faz que ela tenha tempo de germinar e de frutificar, razão por
que nem todos os espíritas já são perfeitos.
Ele tomou o homem em meio da vida, no fogo das paixões, em plena
força dos preconceitos e se, em tais circunstâncias, operou prodígios, que não
será quando o tomar ao nascer, ainda virgem de todas as impressões malsãs;
quando a criatura sugar com o leite a caridade e tiver a fraternidade a
embala-lo; quando, enfim, toda uma geração for educada e alimentada com ideias
que a razão, desenvolvendo-se, fortalecerá, em vez de falsear? Sob o domínio
destas ideias, a cimentarem a fé comum a todos, não mais esbarrando o progresso
no egoísmo e no orgulho, as instituições se reformarão por si mesmas e a
Humanidade avançará rapidamente para os destinos que lhe estão prometidos na
Terra, aguardando os do céu. (Do livro
"Obras Póstumas", 38, Allan Kardec)
Neste romance o
Espírito José Carlos conta sua história após cometer suicídio, acompanhando a
dor de outros Espíritos em semelhante situação. Acompanharemos também como é o
funcionamento de um hospital espiritual situado no Umbral e como ocorre o
socorro e tratamento.
A vida após a morte? É uma questão que todo o mundo se coloca.
Talvez não hoje... mas um dia, necessariamente. Amanhã talvez, devido a um
conhecido, um amigo que está em vias de nos deixar. Alguns dizem: "Talvez
haja qualquer coisa, veremos quando estivermos lá. Por que me inquietar
agora?"
Outros passam a vida inteira preparando esse encontro do além,
preparando a eternidade, tal é sua importância. Mas sem dúvida todos sentimos
repugnância ao pensar na morte porque somos feitos para a vida. Eis porque é
muito útil esclarecer o que podemos saber sobre a vida depois da morte.
Entre as respostas tão diferentes que nos sãos propostas, o que crer? Em
quem acreditar? Os materialistas, os "ateus" dizem: "tudo
acaba com a morte, não há senão o mundo que continua a girar". Os
defensores da reencarnação dizem: "há várias vidas sucessivas, até que nos
tornamos o Grande Todo e que não respiramos mais a vida (nirvana)".
Os judeus, os muçulmanos e os cristãos acreditam que depois desta vida
há uma vida eterna de felicidade com Deus. Os cristãos, em particular, dizem
que nós ressuscitaremos com nosso corpo, como Jesus Cristo. Nesta brochura,
vamos dar um resumo claro destas questões e das respostas que podemos trazer
aqui legitimamente.
Jesus diz: Quando ao que diz respeito à ressurreição dos mortos, não lestes as palavras de Deus que diz: “Eu sou o Deus de Abrão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”. Ele não é o Deus dos mortos, mas Deus dos vivos.
(Evangelho de S. Mateus, Capítulo 22 Versículo, 31 e 33
1 - Como pode haver algo depois da morte? Se
o corpo morreu, como pode restar alguma coisa de nós?
A primeira questão com efeito é saber como podemos continuar alguma
espécie de vida depois que nosso corpo morreu, que ele permanece na terra; e
logo este corpo terá desaparecido, todos os seus elementos se perdendo na terra
ou no ar. Nestes últimos anos muitos livros falam de experiências da "vida
depois da morte". Médicos americanos até mesmo publicaram teses sobre este
assunto.
De acordo com testemunhos recolhidos nesses livros certas pessoas
doentes, muitas vezes em fase pós-operatória, num estado muito crítico, morrem
e isso é constatado biologicamente. E depois de algum tempo percebemos que elas
retomam a vida. E elas foram interrogadas para saber o que experimentaram no
tempo em que pareciam mortas. Ficamos espantados ao constatar uma grande
semelhança.
Em geral essas pessoas experimentaram uma existência fora de seu corpo
que podiam contemplar como espectadores. E o que revela a maioria daqueles que
fizeram essa experiência é que eles tiveram uma confrontação com um ser
luminoso e misericordioso. A imagem e identidade deste ser variam, mas ela é tanto
menos precisa quanto as pessoas sejam pouco ou nada crentes. E, entretanto, a
confrontação com um julgamento misericordioso, com uma bondade, parece a mesma.
É preciso reconhecer no entretanto, seja qual for o interesse e o valor
destes testemunhos, que eles se relacionam com uma experiência "nas
fronteiras da vida e da morte". Com efeito, todas essas pessoas
recomeçaram a viver como nós e é por isso que elas podem falar. Assim, podemos
pensar que o Ser misterioso deste encontro "talvez lhes tenha dado um
aviso, feito uma interrogação, dado uma nova chance, um estímulo para viver a
bondade e o bem; mas se trata da retomada, da continuação idêntica da mesma
vida que essas pessoas tinham anteriormente entre nós".
Há, portanto, algo a talvez aceitar desses testemunhos: nos limites
extremos da vida do corpo pode se revelar de modo mais evidente que nosso corpo
não é tudo o que somos, que um fino ponto de nosso ser é capaz de se interrogar
sobre seu corpo, sobre sua vida, sobre seu destino. Será a alma?
Eis aí uma pergunta essencial.
Contrariamente ao que creem os materialistas, veremos por quais razões
ditas ou não ditas é certo que nossa existência "material biológica"
não pode exprimir tudo de nós mesmos. Não é lógico reduzir nossa vida aos
limites próprios da biologia naquilo que ela tem de mais profundo, nossas
aspirações mais verdadeiras, e o sentido que temos de um último destino. Isso
não é tão difícil de compreender. Tomemos um exemplo:
Um homem pode amar uma mulher com seu corpo. Mas é falso dizer que é
somente com seu corpo que ele pode amar. E aqueles que limitam o amor ao corpo
estão equivocados. O verdadeiro amor vai mais longe, é mais profundo. E é mais
duradouro. Amar de verdade é amar não somente com todo o seu corpo, mas de todo
o seu coração, com todo o poder de sua alma.
É amar ao outro pelo outro. É querer sua felicidade mais que tudo. É
esquecer-se para amar, e é amar para sempre.
Sim, "o amor é mais forte do que a morte" do
livro "O Cântico dos Cânticos" na Bíblia.
A felicidade também. O homem é feito para a felicidade; como seríamos
infelizes se não tivéssemos nenhuma ideia, nenhum desejo de felicidade! E se
experimentamos a felicidade, que mais desejaríamos? Não somente que continue a
ocasião que nos obteve a felicidade, mas que o fato de ser feliz dure sempre
qualquer que seja a razão. Há pois qualquer coisa em nós que vai além do corpo,
que é feita para desejar a felicidade sem fim, é o que os cristãos e muitos
outros chamam de alma.
E a morte é um obstáculo. Somos feitos para ser felizes, desejamos uma
felicidade eterna, e não que acabe com a morte. Esta felicidade sem fim, nós a
desejamos todos para nós mesmos, para aqueles que amamos, porque temos uma alma
não nos consolamos com a morte, temos como que um desejo natural, irreprimível
da eternidade, a alma não é feita para desaparecer na terra.
2 - As objeções
daqueles que creem que não há nada depois da morte, os
"materialistas".
Eles têm objeções de ordem exterior e outras que são de ordem interior,
em si mesmas: as primeiras são de raciocínio objetivo, que se pode discutir, as
outras são reações interiores, feridas ou medos internos inteiramente pessoais
a cada um. Nem sempre temos consciência mas podemos acalmá-las, curá-las quando
essas feridas veem à luz.
A objeção principal dos materialistas é simples, eles declaram que não
há nada fora do mundo físico (físico-químico), o mundo que se pode observar
pelos sentidos e medir. E eles creem nisso como os outros creem em Deus, o que
é bastante surpreendente.
Esta objeção é considerada "científica", e ela tem sido
efetivamente a opinião daqueles que chamamos "cientistas".
Estes cientistas, na segunda metade do século XIX e primeira metade do
século XX, diziam não acreditar na ciência, e eles impressionavam as pessoas
menos instruídas buscando proteção senão na Ciência. Eles estavam persuadidos
de que o método científico iria explicar tudo. Eles rejeitavam como irracional
qualquer outra fonte de saber, de conhecimento ou de sabedoria.
Fora da ciência todo o resto era coisa vã, bolhas de sabão. Mais ou
menos como se um especialista em grego vos declarasse que tudo o que não
estivesse escrito em caracteres gregos não teria nenhuma significação. Não se
podendo medir a alma nem pô-la em equação, eles concluíam que ela não existe.
Estas teorias materialistas são ditas "reducionistas" porque
elas reduzem o homem a quantidades, cálculos, reações químicas, esquemas
fisiológicos. O pensamento, o amor, as vidas são reduzidas a ser somente a
"superestrutura" de reações físico-químicas. Com isso os cientistas
não eram menos que os outros suscetíveis a julgamentos "anticientíficos"
para salvaguardar suas teorias.
Assim os adversários do grande Pasteur, o sábio que descobriu os
micróbios e as vacinas, acreditavam na geração espontânea. Por que? Não pelas
verdadeiras causas científicas, mas pelo ateísmo, porque eles pensavam:
Se não há geração espontânea de animais pelo meio, onde os encontramos
habitualmente, seremos obrigados a crer na Criação e no Criador. Por outro
lado, o próprio Pasteur, tão exigente em matéria científica, acreditava na
existência da alma e da eternidade. Ele agradecia a Deus por suas descobertas
(por exemplo, em seu discurso durante a inauguração do Instituto Pasteur). E
ele escreveu a propósito da morte de um de seus filhos a mais bela declaração
de esperança. Encontrar-se na eternidade?
Porque é bem aí que está a questão. E ela está inteiramente fora da
química, da astronomia ou da física: meu filho que morreu está absolutamente
morto? Para sempre? Ou tem ou terá ele parte em uma felicidade viva onde eu
poderei encontrá-lo? E contemplar de novo seu sorriso. As promessas de Deus são
tão absurdas?
“Ele agradou a Deus
e foi por ele amado, assim (Deus) o transferiu do meio dos pecados onde
vivia. Tenho chegado rapidamente ao termo, percorreu uma longa carreira. Sua
alma era agradável ao Senhor, e é por isso que ele o retirou depressa do meio
da perversidade..., mas os justos viverão eternamente, sua recompensa está no
Senhor”.
(Livro da Sabedoria
Capítulo 4, Versículo 10 e 15: Capítulo 5, Versículo 15)
3 - No coração do homem, não há um temor
secreto diante do mistério de Deus e da eternidade: medos e feridas dos ateus?
Muitos de nossos amigos ateus ou
pessoas que dizem que não há nada depois da morte têm objeções de uma outra
natureza do que dizer "não há nada fora das ciências físicas". Suas
dificuldades em crer na vida da alma e na eternidade do Céu, são de ordem muito
pessoal. Estas são questões que tocam a liberdade, a moral, a justiça, o amor
dos outros, nossa história pessoal. Vamos tentar mostrar que estas questões são
verdadeiras, mas que são muitas vezes colocadas de forma má por causa de nossa
história pessoal. Então não podemos ter a boa resposta; nós a rejeitamos por
antecipação porque temos medo. Não queremos escutar por medo de ouvir algo que
nos fará mal: tapamos os ouvidos. E, no entanto, se escutássemos a verdadeira
resposta, que alegria, que libertação!
Há ateus que não conseguem aceitar a ideia
de que há uma vida eterna; eu conheço isso muito intimamente porque seu pai,
sua mãe, sua amiga, seu marido... morreu descrente aparentemente. Então se diz:
esta pessoa amada, admirada, não pode ir para o Céu com Deus, se há um Deus,
porque ela não acreditava. Ou então, essa pessoa fez coisas que não estão
conforme ao que imagino ser a moral desejada por Deus. Em todos os casos
prefiro que não exista Deus nem vida eterna, porque eles seriam excluídos e
isso é triste demais. Mas o Evangelho (quer dizer a "Boa
Nova") de Jesus Cristo responde a isso:
“Ao homem é impossível, mas Deus tudo é possível” (Evangelho segundo S.
Mateus Capítulo 19, Versículo 26)
“Deus quer que todos sejamos salvos” (São Paulo, 1 Carta a Timóteo,
Capítulo 2 Versículo 4
“Com efeito de tal modo Deus amou o mundo que lhe deu seu filho único
para que todo o que nele crer tenha a vida eterna”. “Pois Deus não enviou o
filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.
(Evangelho S. João Capítulo 3,16 e 17)
“Nunca deixe alguém te dizer que você não pode fazer alguma coisa. Nem mesmoeu, tudo bem?Se você tem um sonho, você tem que protegê-lo. As pessoas não conseguem fazer alguma coisa elas mesmas, e eles
querem dizer que você também não consegue. Se você quer alguma coisa, vá atrás.
Ponto Final”.Chris Gardner.
À PROCURA DA FELICIDADE
“Em À PROCURA DA FELICIDADE, (The Pursuit of Happyness),
Chris Gardner (Will Smith) é um homem de família lutando para sobreviver.
Apesar de todas as tentativas para manter a família unida, a mãe (Thandie
Newton) de seu filho de cinco anos Christopher (Jaden Christopher Syre Smith)
está constantemente sobre uma forte pressão financeira. Sem condições de
suportar a situação, ela relutantemente decide partir. Chris, agora um pai
solteiro, continua a perseguir desesperadamente um emprego com melhor remuneração,
usando toda sua habilidade de vendedor.
Ele ingressa como estagiário numa grande importante corretora
de ações, e apesar de não haver salário, ele aceita, na esperança de no final
do programa conseguir um emprego e um futuro promissor. Sem apoio financeiro,
Chris e seu filho são despejados de seu apartamento e logo são forçados a
dormir em abrigos, estações de ônibus, banheiros e onde quer que possam achar
refúgio durante a noite. Apesar dos problemas, Chris continua a honrar seu
compromisso como um pai amoroso e afetuoso, usando a afeição e a confiança que
seu filho depositou nele para superar os obstáculos que
História verídica
O filme é uma história verídica que é, sem dúvida, uma das mais
inspiradoras e emocionantes para pais e empreendedores, pois mostra a
importância de mantermos nosso equilíbrio e confiança em nós mesmos independentemente
da situação. Vejam o discurso do Chris Gardner na universidade Berkeley em
2009.
QUARTETO GILEADE COMEMORA MAIS UM ANO DE EXISTÊNCIA
No dia 28 de julho, o Quarteto Gileade
completa 29 anos de ministério. Iniciado em 1987 e composto por Jabes, Nivaldo,
Marcos e Elias, o quarteto nasceu de um sonho no coração de jovens interessados
pela música na Igreja. Com objetivo de propagar o genuíno Evangelho de Jesus
Cristo através da música, o quarteto hoje é mais que um grupo, se trata de um
Ministério de Louvor e Adoração com grandes sonhos e projetos, seguindo sempre
avante para o alvo proposto: Cristo.
Em sua página oficial, Jabes Rosa, integrante
do grupo, agradeceu a Deus e aos amigos pelo aniversário: "Estamos
completando 29 anos de muitas bênçãos de Deus! Nossa gratidão à Deus, nossa
família, nosso Pastor Wellington Rocha, nossa igreja AD de Rio Verde-GO, nosso
paizão ir Herbert Schlatter, nossa Casa CPAD e Gravadora CPAD Music, irmãos e
amigos, pastores que nos convidam, intercessores e admiradores".
Atualmente o quarteto Gileade tem a seguinte
formação: Jabes Rosa (barítono), Aluisio Júnior (baixo), Marcos Simei (1º
tenor) e Nivaldo Silva (2º tenor). Juntos têm viajado por várias cidades
brasileiras e no mundo sempre adorando o Rei dos reis.
A CPAD Music aproveita a data para parabenizar
os irmãos por mais esse ano, e deseja que o Senhor continue derramando ainda
mais da sua porção sobre este Ministério!