terça-feira, 21 de novembro de 2017

BITCOIN - MOEDA VIRTUAL

SE  VOCÊ  TIVESSE COMPRADO R$ 5  EM BITCOINS HÁ 7 ANOS  ATRÁS, ESTARIA R$ 4,4  MILHÕES MAIS RICO HOJE
Bitcoin supera totalmente o BRL depois de aumentar quase 900.000 vezes nos últimos oito anos
Já aconteceu de você desejar ter comprado algo no passado que eventualmente aumentou significativamente de valor? Talvez um terreno em algum local que agora vale dez vezes mais? Parece familiar? Bem, aqui estão algumas histórias incríveis sobre pessoas que compraram Bitcoins por diversão e, devido à sua enorme valorização nos últimos anos, agora oficializaram seus status de milionários.
Segunda-feira marcou o sétimo aniversário do que se diz ser a primeira instância registrada de Bitcoins sendo usadas em uma transação do mundo real. Ao longo de sete anos, o valor de Bitcoin multiplicou-se 879.999 vezes. Se um investidor tivesse decidido gastar cinco reais em cerca de 2.000 Bitcoins naquela época, essa participação valeria R$ 4,4 milhões hoje. Com R$ 1.200 gastos em cerca de 480.000 Bitcoins, o investidor teria hoje pelo menos R$ 1,1 bilhão.
Entrevista da Bloomberg com Bill Gates. “Bitcoin é a resposta.”
A principal vantagem da bitcoin é que ela é descentralizada, portanto, não existe um banco central ou governo que a controle. Essa liberdade é uma das razões pelas quais os investidores passaram a ver a moeda como um ativo seguro em um mundo geopolítico problemático — e tem havido bastante problemas nos últimos meses na Europa, Rússia, Brasil e Estados Unidos. Há também uma vantagem adicional da Bitcoin - há uma limitação, a matemática no número de Bitcoins que podem ser criadas, o que significa que não há impressão de dinheiro, então as regras da economia funcionam perfeitamente. Sempre que há uma oferta limitada de algo, e a demanda sobe, o preço aumenta.
“Bitcoin é melhor do que moeda corrente” - Bill Gates
A principal vantagem da bitcoin é que ela é descentralizada - não existe um banco central ou governo que a controle. Essa liberdade é a principal razão pela qual os investidores passaram a ver a moeda como um porto-seguro de ativos em um mundo geopolítico problemático - como se tem observado nos últimos meses no Brasil, na Europa, na Rússia e nos Estados Unidos.
Há também uma vantagem adicional na Bitcoin, há uma limitação matemática para o número de Bitcoins que podem ser criadas, o que significa que não há impressão de dinheiro, portanto as regras da economia funcionam perfeitamente. Sempre que há uma oferta limitada de algo, e a demanda sobe, o preço aumenta.
Wences Casares foi chamado de "paciente zero" da Bitcoin pela elite do Silicon Valley. Ele chamou a atenção para a Bitcoin de Bill Gates, Reid Hoffman e inúmeros outros ilustres, em encontros de ricos e famosos, em lugares como Sun Valley.
O bilionário empresário Wences Casares diz que não é tarde demais para que as pessoas se interessem por Bitcoin
Casares, nascido na Argentina, fundou um provedor de serviços de internet, uma empresa de videogames e um banco, além de fazer parte do conselho do PayPal, mas é à Bitcoin que Casares diz que dedicará o resto de sua vida, e ele agora administra uma Startup chamada Xapo que armazena Bitcoins. Em um recente jantar em Nova York organizado pelo grupo Coin Center de criptografia, Casares foi o palestrante principal, e forneceu alguns conselhos sobre como entrar na Bitcoin.
A fórmula, de acordo com Casares? Pegue 1% ou menos do que você possui, invista em Bitcoins e esqueça disso pelo menos pelos próximos cinco anos; idealmente pela próxima década. "Pode ser que você perca um por cento do seu patrimônio líquido, o que a maioria das pessoas pode bancar, mas por outro lado, pode ser que você ganhe milhões.", disse ele a uma sala cheia de defensores da criptografia, no hotel Westin, na Times Square.
Especialistas como Wence Casares preveem que uma única Bitcoin valerá R$ 500.000 até o ano de 2030.
Casares estima que as chances da Bitcoin falhar e desvalorizar completamente são 20%. "Se ela falhar, será inútil", diz ele. “Se for bem sucedida, em cinco a sete anos, uma única Bitcoin valerá mais de um milhão de dólares. ” Ele coloca as chances de sucesso em mais de 50%
Casares tem uma resposta interessante para as pessoas que acreditam que já "perderam o bonde" da Bitcoin e têm medo de ser muito tarde. Ele disse que viu pessoas que compraram Bitcoins a preços baratos - tão baixos quanto R$ 13 e que perderam dinheiro porque tentaram negociá-las, enquanto aqueles que compraram a preços altos mesmo há apenas um mês, se deram "espetacularmente bem" simplesmente comprando e segurando.
Então, o que você precisa fazer se quiser investir uma pequena quantia em Bitcoin?
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“O diálogo é um exercício Democrático dos mais raros ultimamente”
Após um ano no cargo, a vereadora Áurea Carolina, a mais votada em Belo Horizonte, defende a aproximação dos antagonistas. "Não se constrói a luta se aniquilando".
Áurea Carolina: mulher e negra, ela foi a mais votada na capital mineira, quebrando paradigmas da política brasileira
Em 2016, uma peça publicitária para disputar vagas na Câmara Municipal de Belo Horizonte chamou atenção. Em um mesmo vídeo, diversas candidaturas se apresentavam. Áurea Carolina era primeira e abria a peça dizendo: “Eu sou Áurea Carolina, candidata a vereadora. Mas se você não quiser votar em mim, vote na Polly”. Polly então aparecia afirmando “A Cristal também tem propostas ótimas, vote nela”. E víamos Cristal surgir para defender a eleição de Marimar e sucessivamente. Uma reforçando a candidatura da outra.
O ineditismo de uma campanha coletiva rendeu frutos: a cientista política Áurea Carolina (PSOL), com um discurso marcadamente feminista e antirracista, foi a candidata mais votada da cidade. A atriz e diretora Cida Fabella também se elegeu pela legenda e, juntas, elas fundaram a “Gabinetona”, um espaço de atuação comum.
Além desta, outras medidas bastante inovadoras foram criadas, como um grupo de teatro, “As Diferentonas”, e os “labpops”, laboratórios populares de leis. Passado um ano do pleito, Áurea faz, nesta entrevista, um balanço sobre a viabilidade das propostas e o impacto delas em um cenário de tanta descrença na política.
Carta Capital: Depois dos primeiros meses de mandato, como você tem visto a diferença entre a proposta de um mandato coletivo e a possibilidade de implementá-la na Câmara Municipal?
Áurea Carolina: O que faz o mandato ser coletivo são as nossas práticas, que trazem a nossa agenda de transformação, envolvendo as diversas lutas da construção da campanha. A busca de horizontalidade, um princípio e desafio permanente, é o que permite construir relações de confiança e fortalecer o vínculo entre nós. Isso é muito importante porque o mandato é uma organização nova.
Leia também:
A democracia brasileira está em crise? As esquerdas: pactos, Constituição e hegemonia
Acho que não tínhamos a dimensão disso. E acaba sendo um refúgio para suportarmos, dentro da instituição, esse desejo da experimentação de uma política que seja radicalmente democrática, como anunciamos na campanha. Não tem ponto de chegada, todo dia é bem exigente. E quanto mais a gente tenta criar processos para agir com sinceridade, com transparência entre nós mesmas, conseguimos comunicar isso para a cidade também.
Os espaços de participação que nos propomos a inventar é que são o chão nosso de realização daquilo que nós falamos que buscávamos na campanha.
CC: E que espaços são esses? O que têm dado certo?
AC: Acabamos de estrear um grupo de teatro e educação popular, o “As Diferentonas”. É um recurso importante, criativo, de mobilização, de conversa direta com as pessoas, de conexão do mandato com outras frentes. Outro experimento: criamos um pensamento de mandato aberto. São duas instâncias de participação do mandato, que são laboratórios populares de leis (labpop) e grupos fortalecedores (Geforte). Os “labpop” são para formulação de proposições legislativas.
Até agora só funcionaram para emendar projetos que já estavam tramitando, mas desejamos que sirvam para a criação de projetos de lei próprios do mandato. Queremos fazer uma lei de cultura viva, por exemplo. É algo para aprimorarmos metodologicamente e sentirmos como as pessoas se engajam ou não porque tem uma questão de tradução para a linguagem técnica-institucional a partir da elaboração das comunidades e movimentos.
Os “Gefortes” são espaços de formulação de diretrizes políticas mais amplas. Criamos um, por exemplo, com trabalhadoras na rua, ambulantes e camelôs. Foi esse grupo fortalecedor que nos orientou contra a retirada de camelôs do Hiper Centro que a gestão [Alexandre] Kalil acabou de fazer. Uma política higienista, racista, um processo muito truculento.
Com os trabalhadores, entendemos como eles queriam pensar outros caminhos, de feiras permanentes em espaços públicos. Nós não tiramos isso da nossa cabeça porque nem tínhamos repertório para isso. Tem outras coisas que estamos inventando lá, mas o principal é que o mandato é um grande laboratório em pequena escala. A própria organização interna, os núcleos de trabalho, a “Gabinetona”, que é nossa área comum.
Temos um processo permanente de reflexão, de reuniões dos núcleos de trabalho, de reunião das pessoas da equipe. Temos 41 pessoas na equipe: nós somos 25 mulheres, 24 pessoas negras, 15 LGBTs, uma mulher indígena, 4 moradoras de ocupações urbanas. Não é só para dizer da presença dessas diferenças na equipe, mas para dizer que essas agendas são estruturantes das nossas práticas também. Então é um mandato feminista, antirracista, da quebrada. 
CC: E essas pessoas trazem ideias diferentes também...
AC: Sim. Tentamos lidar com essas diferenças não no tensionamento mais convencional porque as esquerdas têm uma memória muito bélica, de competição, de inimigos. Isso pode fazer sentido em alguns contextos, mas em geral, em nossa autoconstrução, é muito destrutivo.
Então precisamos pensar em outras maneiras. Falamos em uma política de amor, mas não para cair num sentimentalismo. A convivência é o que produz em nós a possibilidade de confiança e isso é matriz para construir a luta popular. A gente não constrói a luta desconfiando, se maltratando, se aniquilando. Ninguém suporta ficar muito tempo na luta assim. As pessoas vão adoecendo. Precisamos pegar fôlego para ter um novo ciclo de lutas e, se não houver esse cuidado, não vai dar.
As diferenças precisam se encontrar e estar juntas. Porque a convivência é algo que nos educa ou nos maltrata completamente. Nos educa para estarmos em respeito mútuo nessa sociedade. O diálogo é um exercício democrático dos mais raros ultimamente.
CC: Pode dar um exemplo?
AC: Fizemos recentemente um seminário sobre segurança pública cidadã pela Comissão Especial sobre o Genocídio da Juventude Negra e foi um exemplo: conseguimos trazer jovens que estão cumprindo medida socioeducativa, guarda municipal de Belo Horizonte, um capitão da Polícia Militar, trabalhadoras de várias áreas da Prefeitura, ativistas, colegas vereadores, e é muito raro ver tanta diversidade assim num mesmo espaço, em especial para trocar ideias sobre um tema que raramente tem mediações. É um tema que é “bandido bom é bandido morto” ou “fim da Polícia Militar”.
Há uma costura de aproximações que precisamos fazer intencionalmente. Fizemos lá a primeira cena das Diferentonas, de Teatro do Oprimido, preparada para o seminário. Em determinado momento, os guardas municipais disseram “nós queremos entrar nessa cena”. Era uma abordagem truculenta da polícia com um menor e uma mãe na rua. Só que Teatro do Oprimido não se pode substituir o opressor. A ideia é que a pessoa oprimida seja substituída para que se crie uma saída para aquela situação.
Cida e Áurea na Câmara. Um novo jeito de legislar (Foto: Abraão Bruck / CMBH)
E aí os guardas falaram: “Não, nós queremos mostrar de outro jeito essa abordagem”. Rolou um pequeno impasse, porque não se poderia substituir o opressor, mas aí a Cida, que é vereadora e diretora de teatro, disse para tentarmos. E foi muito importante porque os guardas fizeram uma cena praticamente igual à que estava sendo representada antes. Acho que eles não conseguiram perceber que eles estavam indo no mesmo caminho.
Mas essa foi a senha para eles toparem depois entrar como oprimido. Então, com um certo tensionamento, nós conseguimos contornar. A partir do encontro da arte com esse real. Se não for por aí, como convencer um guarda municipal, que disse que ele, como negro, sofreu muito, mas que se esforçou e conseguiu estar lá e que qualquer pessoa negra que se esforçar consegue, se não for por meio da sensível? Para entender que o racismo está para além de algo pessoal para conseguir as coisas? Eu venho da educação popular, com a juventude, e eu acho que a política democrática é um grande processo de educação popular.  
CC: E como você vê o cenário da política institucional hoje?
AC: Acho que devemos reconstruir o campo das lutas populares e, mais do que nunca, precisamos ter um esforço de confluência – que é muito caro para nós. O mandato é um espaço de confluência de forças. Não só porque as forças em cada um são insuficientes, são incompletas, são precárias, mas porque atuar em cooperação é uma maneira de cada um trazer uma perspectiva, uma contribuição. Se interconectamos tudo, potencializa.
Mas também por uma questão estratégica, de sobrevivência. Até quando os grupos do campo da esquerda vão ficar se maltratando? Nesse cenário, não são só “eles” e “a gente”: tem muito eles dentro da gente também.
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Precisamos ter essa compreensão histórica da transição de um ciclo, do encerramento de uma temporada de atuação com o projeto democrático-popular, e fazermos uma análise em cima do que nós conseguimos avançar até aqui, dos custos altíssimos que pagamos até aqui e do que precisamos lançar para o próximo período. Abrir mão das instituições é um erro. O golpe é exatamente a tentativa da eliminação completa da nossa presença nas instituições – no Judiciário, no Legislativo, no Executivo, na mídia, na própria cultura, no imaginário.
CC: Por quê?
AC: Abrir mão das instituições, achar que só no processo auto-organizado, autônomo, vamos fazer a passagem, é talvez viver um ciclo ainda mais destrutivo, de perdas sociais, de matança, de miséria para a maioria das pessoas. É uma responsabilidade social fazer o debate consequente sobre as instituições. E mais: olhando para as instituições, tentamos aprender com esses erros recentes. Não vamos fazer da ocupação institucional um fim em si.
Isso tem que ser recurso para ativar os processos autônomos e trazer de volta deles uma influência institucional. E também de transição das pessoas e dos grupos que ocupam os espaços de poder. Então aquele investimento clássico de formação de lideranças do PT para ocupar as instituições e que depois aquelas pessoas vão se consolidando e se cristalizando nas instituições, deu errado. Deu erradaço. Nós vamos ter que ocupar já pensando que daqui a pouco eu vou sair, que vai entrar mais gente, que vão continuar trabalhando.
CC: Você está mais otimista ou pessimista?
AC: Eu sou muito empolgada. Acredito nos processos. Sou feliz, acordo todos os dias e penso “gente, vou fazer um mandato”. Por outro lado, é óbvio que o cenário dá um desalento. Mas o que me faz não perder a esperança é acreditar que o que estamos desenvolvendo em pequena escala é a coisa certa no sentido de justiça. Não estamos ali buscando tirar uma vantagem pessoal.
Vejo isso no grupo que está construindo conosco, mesmo com todos os problemas e tensões que temos de tecer uma convivência. É bem difícil. Mas cuidar disso e ajudar a inspirar outros processos talvez sejam as trilhas que vamos ter no próximo período. Essas experiências se interconectarem. É isso que vai dar segurança para a gente. Eu estive em Barcelona, em Guadalajara, tem um bando de gente lá na mesma pilha. Tem muitas experiências assim.
Acho que tem uma travessia dura nos próximos anos, de acirramento da miséria, da violência, porque o bagulho é muito brutal. Por outro lado, a gente não está esperando acontecer alguma coisa, estamos pegando para fazer. É um senso de que é uma responsabilidade nossa também. Por isso eu também estou animadaça.

MAHATMA GANDHI

Biografia de Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi (Mohandas Karamchand Gandhi) nasceu em Porbandar, na Índia, no dia 2 de outubro de 1869. Nessa época a Índia era uma colônia britânica. Estudou Direito em Londres e depois de formado mudou-se para a África do Sul, onde exerceu a advocacia até 1914, ano em que voltou para seu país. A partir de então, passou a se dedicar à luta pelos direitos dos trabalhadores e pela emancipação da Índia.
Mahatma Gandhi iniciou sua luta em 1919. Em março, convocou uma greve geral contra o domínio inglês. A greve foi um sucesso, mas escapou ao controle de Gandhi e acabou em choques com a polícia. Em Déli, a capital, oito grevistas foram mortos. No ano seguinte, passou a liderar o Partido do Congresso, organização reconhecida pelos colonizadores, que atuava legalmente pela independência da Índia. Gandhi seguia o princípio da não-violência e da desobediência civil, ou seja, a resistência pacífica aos dominadores.
Em sua luta pela independência, Gandhi recorria a jejuns, greves e marchas. Estimulava o não pagamento dos impostos e defendia o boicote aos produtos britânicos, e por isso usava roupas indianas tradicionais. O líder pacifista foi preso diversas vezes pelas autoridades britânicas.
A independência indiana, almejada desde 1885, só veio a se efetivar em 1947, depois de sangrentas lutas, envolvendo inclusive motivações religiosas. Hindus e muçulmanos tinham diferenças históricas e projetos políticos distintos, indicando que a unidade da nação seria impossível. Por isso o território foi dividido em dois países soberanos, a Índia e o Paquistão.
Gandhi aceitou a divisão do território e atraiu o ódio dos nacionalistas. A divisão interna gerou violenta migração de hindus e muçulmanos em direção opostas da fronteira, que resultou em sérios conflitos. Um ano após conquistar a independência, Gandhi foi morto a tiros por um hindu rebelde, quando se encontrava em Nova Déli, capital indiana, no dia 30 de janeiro de 1948. Suas cinzas foram jogadas no rio Ganges, local sagrado dos hindus.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

DESIGUALDADE HUMANA

Desigualdade..., pobreza..., ainda é o maior Patrimônio mais ricos, desde que a humanidade existe
O relatório das Organização das Nações Unidas (ONU) Humanidade dividida: confrontando a desigualdade nos países em desenvolvimento mostra que 1% da população mais rica concentra mais de 40% da riqueza global, e que mais da metade da população pobre detém apenas 1% dos recursos. Os dados do Banco Mundial mostram que 20,6% da população mundial era pobre em 2010 – ou seja, 1,2 bilhão de pessoas. Essa realidade é reflexo da manutenção da desigualdade e da população pobre no mundo.
Neste contexto, desigualdade e pobreza têm sido discutidos como importantes problemas globais a serem enfrentados, ocupando, por exemplo, o centro da agenda de discussões do Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, Suíça. O interessante é que a solução proposta por governos e órgãos multilaterais tanto para a redução da desigualdade como para o enfrentamento da pobreza é a mesma: crescimento econômico.
Existe, sim, uma relação entre desigualdade, pobreza e crescimento econômico, mas não é determinística. Em determinadas situações, apenas o crescimento econômico não é suficiente. Isso ocorre porque desigualdade diz respeito à distribuição da renda ou da riqueza entre a população. Por sua vez, a pobreza corresponde à carência de recursos para que a população tenha acesso aos meios para uma vida saudável, que não inclui apenas alimento, mas também moradia, educação, saúde, cultura etc.
O relatório da ONU mostra ainda que a desigualdade de renda aumentou entre 1990 e 2010, embora a economia global tenha crescido. Isso significa que o crescimento não contribuiu para a redução da desigualdade de renda ou mesmo da pobreza; logo, como o crescimento pode ser a solução? Recorde-se que o crescimento no contexto atual contribui para elevar o grau de degradação dos ecossistemas, seja na extração de recursos naturais, seja no aumento da poluição.
Na verdade, a redução da desigualdade e da pobreza demanda outros instrumentos. Para reduzir a desigualdade, os governos deveriam implementar políticas de redistribuição da renda e da riqueza não restritos apenas aos programas de transferência direta (como o Bolsa Família) que afetam apenas a pobreza, mas, por exemplo, adotar impostos sobre a renda e a riqueza progressivos, reduzir impostos sobre o consumo de bens básicos e elevar a tributação sobre bens posicionais e de luxo.
O problema é que os 1% ou 10% mais ricos são contrários, embora eles reconheçam que a pobreza seja um importante problema a ser enfrentado. Para os mais ricos, o que incomoda não é a desigualdade na distribuição da renda e da riqueza, mas a situação de pobreza das pessoas. Nesse sentido, o apoio dos mais ricos se restringe a ações de curto prazo, como doações, campanhas de arrecadação de alimentos etc., que apenas aliviarão a situação de pobreza momentânea da população, sem enfrentar realmente as questões estruturais, tais como reduzir o imenso abismo entre os rendimentos, responsável tanto pela desigualdade como pela pobreza.
No entanto, a solução passa por uma mudança cultural e de valores, que implica a aceitação de que pessoas com baixa qualificação também tenham direito a um salário digno. É justo que 30 milhões de brasileiros tenham renda média de R$ 139,58? Essa proposta implica que os mais ricos repartam sua fatia do bolo; será que eles estão dispostos? Junior Garcia, doutor em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente pelo Instituto de Economia da Unicamp, é professor do programa de pós-graduação em Desenvolvimento Econômico do Departamento de Economia da UFPR.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

MULHER, SEMPRE MULHER

SUBTERFÚGIOS
Quem não dá Assistência, abre Concorrência...
Você que é o homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o "nível" intelectual, cultural e, principalmente, "liberal" de sua mulher, namorada, amante e etc. Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho do “coração” tem aquele medo de ser traído - ou nos termos usuais: "corneado" – digamos assim....
Saiba de uma coisa... esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais, evitar que isso aconteça ou, então, assumir seu "Chifre de Corno" em alto e bom som. Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso.
Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma "mulher moderna"? A princípio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/para futilidades, é aquela que trabalha com honra, porque gosta, por que acha que o trabalho engrandece, enriquece que é independente sentimentalmente dos outros, que muitos dos outros homens, acham, que nós mulheres, não somos capazes, que são corajosas, companheiras, confidentes, amantes...
É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes, mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e correr para seus braços... É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, carinhosa, desarrumada, maravilhosa e linda... Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...
Assim, após um processo "investigatório" junto a essas "mulheres modernas" pude constatar o pior: VOCÊ SERÁ (OU É?) "corno", a menos que: - Nunca deixe uma "mulher moderna" insegura. Antigamente elas choravam. Hoje, elas simplesmente traem, sem dó nem piedade. - Não ache que ela tem poderes "adivinha-tórios". Ela tem de saber - da sua boca - o quanto você gosta dela.
Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às consequências expostas acima. - Não ache que é normal sair com os amigos (seja para beber, para jogar futebol...) mais do que duas vezes por semana, três vezes então é assinar atestado de "chifrudo".
As "mulheres modernas" dificilmente andam implicando com isso, entretanto elas são categoricamente "cheias de amor para dar" e precisam da "presença masculina". Se não for a sua, meu amigo... bem... - Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex muito bom de cama é grandessíssimo. - Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la.
As "mulheres modernas" têm um pique absurdo com relação ao sexo e, principalmente dos 20 aos 38 anos, elas pensam em - e querem - fazer sexo todos os dias (pasmem, mas é a pura verdade) ... bom, nem precisa dizer que se não for com você... - Lhe dê atenção.
Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é? - Nem pense em provocar "ciuminhos" vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.
- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um "chifre" tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS "comedor" do que você...só que o prato principal, bem...dessa vez é a SUA mulher. - Sabe aquele bonitão que, você sabe, sairia com a sua mulher a qualquer hora. Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira.
Basta ela, só por um segundo, achar que você merece...Quando você reparar... já foi. - Tente estar menos "cansado". A "mulher moderna" também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - "dar uma", para depois, virar pro lado e simplesmente dormir. - Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em "baladas", "se pegando" em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa.
A "mulher moderna" não pode sentir falta dessas coisas... senão... Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão "quem não dá assistência, abre concorrência". Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está para peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas "mancadas"... proteja-a, ame-a, e, principalmente, faça-a saber disso.
A mulher moderna, ela vai pensar milhões de vezes, antes de dar bola para aquele "bonitão, sem muitos músculos – bem definido" que vive enchendo-a de olhares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você! Acima de tudo, somos mulheres transbordando-nos de Vontades... Maliciosa... Desconexa... Intensa... Profunda... Somos um TODO... Impossível de descrever... Fisicamente e emocionalmente, só convivendo para saber...;)
Apenas Mulher...
Sempre Mulher
"Hoje não quero ser a mulher forte de atitude a leoa sedutora, a que luta, defende, conquista, consola, abriga... Hoje eu quero deixar que a mulher sensível, delicada, amorosa, romântica, frágil... seja vista e sentida! Quero respeito, carinho, o olhar com o coração, abraço colo... Quero braços que me envolvam, protejam, abriguem.
Quero um corpo onde possa me aconchegar, um ombro, uma mão que acaricie meus cabelos, minha face..., olhos que vejam minhas lágrimas rolarem no meu rosto quando falo dos meus temores, medos... uma boca que me diga palavras doces de ânimo e esperança e que me beijem com muito amor e desejo da alma!
Quero olhos que meu rosto perceba minha fragilidade, que me admirem por ser delicada e que não desejem que eu tenha que ser forte o tempo todo! Quero ser admirada, notada e quero que me queiram por também ter um lado frágil.
Quero que me admirem por ser mulher na total essência, não só do lado leoa, mas o lado beija-flor e também flor! O lado que necessita do outro que também precisa receber! Quero hoje a fragilidade de ser Mulher sempre mulher!"

Particularidades

Ultimamente tenho pensado tantas coisas lá do fundo do meu coração, que descobri e só agora eu sei: Que adoro ouvir o bate-papos de outras pessoas do sexo masculino, quando eu estou num barzinho aconchegante, tomando o meu belo vinho saboroso, que, quando eu chego em casa, abro a minha estante, pego um caderno, um lápis, borracha  e começo a escrever daquelas palavras que eu ouvi de alguns rapazes e homens experientes em meio tom, que no caminhar das palavras doces e prazerosas de satisfazer todo meu corpo.
Em sua maioria das vezes, observando alguns encontros casuais, as vezes que visitou o barzinho da esquina, certezas confirmam e iluminam pontos importantes da filosofia dos encontros... que todos os beijos na boca são únicos e tem o gosto de particularidades e portas sem trancas.
E, entre essas aparentes contradições que todas as palavras são ponte, inclusive a palavra ponte que quero amar até o último dia da minha vida, que rancor é um bolo alimentar inibido e medroso. Por isso que, determinado homens sem nenhuma experiência vive chateados e confuso... que liberdade, sem nenhuma educação atrapalhar, por não ter caráter e sem considerar a do outro. Portanto, sempre que não há comunicação o relacionamento acaba prejudicando que nada existe sem ter sido sonhado antes que sempre haverá a vida inédita pela frente e que se estou estamos vivos é por que estou neste caminho
O Homem e A Mulher
O homem é a mais elevada das criaturas. A mulher, o mais sublime dos ideais. Deus fez para o homem um trono; para a mulher fez um altar. O trono exalta e o altar santifica. O homem é o cérebro; a mulher, o coração. O cérebro produz a luz; o coração produz amor. A luz fecunda; o amor ressuscita. O homem é o génio; a mulher é o anjo. O génio é imensurável; o anjo é indefinível; A aspiração do homem é a suprema glória; a aspiração da mulher é a virtude extrema; A glória promove a grandeza e a virtude, a divindade. O homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia significa a força; a preferência representa o direito. O homem é forte pela razão; a mulher, invencível pelas lágrimas. A razão convence e as lágrimas comovem. O homem é capaz de todos os heroísmos; a mulher, de todos os martírios. O heroísmo enobrece e o martírio purifica. O homem pensa e a mulher sonha. Pensar é ter uma larva no cérebro; sonhar é ter na fronte uma auréola. O homem é a águia que voa; a mulher, o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço e cantar é conquistar a alma. Enfim, o homem está colocado onde termina a terra; a mulher, onde começa o céu.
Victor Hugo
França 
26 Fev 1802 // 22 Mai 1885 
Poeta, Escritor, Dramaturgo, Político

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

IRMÃOS FAMOSOS ESQUECIDOS

Grandes Atores famosos que morreram e poucos lembram e tão pouco perceberam
Desde a aparição da Televisiva (Televisão), várias gerações se identificaram com Atores famosos, bonitos, sua forma de vestir, frases bordões e programas famosos que conseguiram estabelecer tendências por muitos anos (Gerações). Mas, apesar disso, quando sua fama se extinguiu, eles desapareceram no silêncio mais absoluto sem que ninguém percebesse. No artigo de hoje trazemos uma lista de pessoas famosas que não estão mais entre nós e que, por causa disso, fãs de cadeirinha, nunca mais ouviu falar.

Imagens de Atores famosos que morreram e poucos ...

1. Raúl Julia († 54 anos)
DO FILME: A FAMÍLIA BUSCAPÉ
Raul Julia tornou-se mundialmente famoso por dar vida a Gomez Addams, o patriarca da família popular que conquistou a todos com seus hábitos bem peculiares. Juntamente com a renomada Christina Ricci, a Família Adams foi sucesso nas telinhas brasileiras e em todo o mundo. Mas, embora sua longa carreira tenha se consolidado com algumas performances em que ele também enfatizou, um acidente vascular cerebral terminou sua vida em 1994, quando ele tinha apenas 54 anos. Foi assim que ele deixou a Família Adams, embora anos depois eles retomaram o quadro com Tim Cury (71) em seu papel, que não conseguiu o mesmo sucesso. 
Certamente você pensou que muitos atores da lista ainda estavam vivos. Veja na página seguinte quem não está mais entre nós e você não tinha se dado conta!
FILME: KARATÊ KIDS
2. Noriyuki Pat Morita († 73 anos)
O eterno Senhor Miyagi da primeira saga de "Karate Kid" foi um dos principais ícones das artes marciais dos anos 80 e 90. Apesar disso, ele nunca começou a praticar a arte marcial devido aos problemas com sua própria coluna, então, teve que ser interpretado por outro ator nas cenas de ação. Embora, durante sua vida, ele sempre tenha sido um lutador completo, ele perdeu sua batalha contra a insuficiência renal, que o levou para sempre em 2005, deixando para trás vários projetos inacabados.
ATOR PRINCIPAL – FILME: A ESPERA DO MILAGRE (PRESO INOCENTEMENTE) JUNTO CONTRACENANDO COM O GRANDE ATOR TON HANKS
3. Michael Clarke Duncan († 54 anos)
Este ator, conhecido por suas duas grandes apresentações em "Armageddon" e "The Green Mile", chegou à fama por sua grande estatura e força. Mas, apesar de ter obtido papéis diferentes que o levaram para a fama mundial, ele nos deixou em 2012 por causa de um infarto agudo do miocárdio. Apesar de seus 1,96 m de altura e físico excelente, ele não resistiu e deixou a todos muito abalados. Mitos autênticos do cinema e das telinhas se foram para sempre no silêncio mais absoluto.
4. Bernie Mac († 51 anos)
Este ator, que geralmente representava personagens sem muito peso no enredo, se destacava devido ao seu humor característico. Podemos vê-lo brilhar na saga de filmes de "Onze Homens e um Segredo", por exemplo. Mas, embora esse astro tenha ganhado o carinho do público, foi uma complicação respiratória que o separou do estrelato em 2008. Apesar disso, seu legado permanece intacto.
5. Jonathan Brandis († 27 anos)
Alguns atores são tachados de ''bonecos quebrados de marca'' quando seu sucesso não vem com muita força. Enganam-se. No caso triste de Jonathan Brandis, que se destacou em produções como "A história sem fim 2", mas teve um empurrãozinho com a série de televisão "Sea Quest DSV" e depois caiu no esquecimento. A falta de projetos interessantes levou-o a uma depressão até que ele finalmente tirou sua própria vida (SUIC em 2003 quando tinha apenas 27 anos. Uma tragédia para um ator que deu tudo de si.
6. Carrie Fisher († 60 anos)
Se você já assistiu qualquer um dos filmes da primeira trilogia "Star Wars", você terá visto a brilhante Carrie Fisher atuando como Princesa Leia. Infelizmente, embora ela tenha aparecido novamente nos próximos filmes da saga, sua vida foi interrompida devido a um ataque cardíaco. No dia seguinte, sua mãe, também atriz, morreu de causas não divulgadas. Uma dupla perda que deixou o mundo da interpretação triste com essas duas fatalidades.
7. Alan Thicke († 69 anos)
Alan Thicke, pai do famoso cantor Robin Thicke (40), também foi uma figura-chave em séries de televisão. No seu caso, ele teve uma complicação arterial que causou sua morte. Ele também foi conhecido graças à sua faceta de apresentador de diversos programas de televisão nos Estados Unidos, apesar de ser de origem canadense.
8. Alan Rickman († 69 anos)
Alan Rickman apareceu em vários filmes bem conhecidos e em peças que o colocaram no auge de atuar antes de se tornar mundialmente famoso graças ao seu papel de Professor Snape na série de filmes de Harry Potter. No caso dele, a magia se extinguiu quando, em Janeiro de 2016, faleceu por causa do câncer com o qual estava lutando há muito tempo. Seu trabalho, no entanto, foi eternizado graças à saga de filmes em que ele atuou e com os quais ele se tornou mundialmente famoso. De quem você vai sentir mais saudades? Nos deixe um comentário! Se gostou deste artigo, compartilhe com todos e nos acompanhe também no Instagram! [/b]