sábado, 5 de janeiro de 2019

SEJA 1 CRIADOR DE SUCESSO

SAIBA USAR
Como se tornar um criador de conteúdo de sucesso
A produção de conteúdo online é um ramo que cresce com grande rapidez nos dias de hoje. Atualmente, é possível tornar-se um criador de conteúdo para praticamente qualquer público, abordando temas que vão desde música, livros e cinema, passando pelo mundo dos quadrinhos e super heróis, faz uma parada no mundo da moda, beleza e decoração, e cobre até temas mais específicos como culinária para solteiros, moda para homens e dicas de projetos “faça você mesmo”.
As possibilidades são infinitas, mas o que vai garantir o sucesso do seu canal de vídeos é a forma com que você produz o seu conteúdo e, principalmente, a maneira com que trata o seu nome e a sua imagem dentro e fora do ambiente virtual.
O desenvolvimento e a formação da sua marca é o segredo para conquistar um público cativo, engajar sua audiência e garantir que os próximos vídeos publicados tenham visibilidade e possam te levar rumo ao tão desejado sucesso de forma natural. Pensando nisso, elaboramos algumas dicas essenciais para que você possa construir e vender a sua imagem. Vamos lá?
Originalidade é tudo
O primeiro mandamento do Vlogger (É um Vídeo Blogue é uma variante de Weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos. Com estrutura geralmente similar a weblogs e Fotologs, possui atualização frequente e constitui-se como um site pessoal, mantido por uma ou mais pessoas) de sucesso é: seja original.
Existe uma infinidade de assuntos que podem ser abordados pelas novas mídias atualmente, mas a produção de um conteúdo original e diferente, que seja único no seu gênero e possa se destacar dos demais existentes por aí, já é um grande primeiro passo rumo ao sucesso. A construção da sua imagem online também não poderia ser diferente. Originalidade, irreverência e atenção à linguagem do seu público devem pautar a estratégia para a vinculação do seu nome ao seu “produto”. Isso porque você certamente quer ser lembrado de forma única pelo trabalho legal que está desenvolvendo.
Nessa hora o que importa é colocar a imaginação para funcionar, perder o medo e soltar as amarras da inibição. Para que isso seja possível, faça um trabalho intenso de autoconhecimento e pense naquilo que te diferencia dos demais — e use isso a seu favor. Afinal de contas, não é todo dia que podemos nos reinventar ao empreender a nossa paixão, não é mesmo?
#HashtagÉLegal (Quando bem utilizada)
Uma vez ultrapassada a fase de planejamento dos temas abordados e de criação do seu conteúdo, uma alternativa bem bacana — e alinhada com as práticas mais modernas das redes sociais — é pensar em uma hashtag criativa e cativante, que possa ser amplamente utilizada nos produtos desenvolvidos por você e disseminada pelos seus espectadores. Essa é, inclusive, uma das formas mais simples de engajar seu público e indexar seu conteúdo de forma rápida, facilitando o acesso a conteúdo similares e a busca por suas outras produções sem muita complicação.
Caso tenha elaborado algum vídeo especial ou comemorativo, uma hashtag específica pode ser utilizada para Linkar (É uma palavra em inglês que significa elo, vínculo ou ligação. No âmbito da informática, a palavra link pode significar hiperligação, ou seja, uma palavra, texto ou imagem que quando é clicada pelo usuário, o encaminha para outra página na internet, que pode conter outros textos ou imagens) seu conteúdo pelas redes sociais e difundir a ocasião. O importante é que a hashtag criada remeta à sua marca, ao seu estilo e reforce ainda mais o seu produto. Seja no Facebook, Twitter, Youtube ou Instagram, todo mundo adora uma hashtag!
Saiba se relacionar
Seja com seus parceiros ou espectadores, um bom relacionamento com as pessoas envolvidas no seu processo criativo, que acima de tudo é primordial, afinal de contas, o que seria de você e do seu canal de vídeos sem a constante presença do público e o apoio de seus parceiros? Ao criar o seu conteúdo, tenha em mente aquilo que o seu público-alvo deseja ver e abra a possibilidade para críticas e sugestões. Dessa forma é possível saber a sua opinião sincera e, assim, buscar aprimorar suas produções a fim de atender àquelas demandas.
É claro que nem sempre o público faz bom uso desses canais de comunicação com os Bloggers (É uma palavra criada pela Pyra Labs (É ou Google Pyra Labs é uma empresa do Google que desenvolveu e criou o Blogger, um dos mais famosos serviços de criação de blogs da internet), é um serviço do Google, que oferece ferramentas para edição e gerenciamento de blogs, de forma semelhantemente ao WordPress (É um sistema livre e aberto de gestão de conteúdo para internet, baseado em PHP com banco de dados MySQL, executado em um servidor interpretador, voltado principalmente para a criação de páginas eletrônicas e blogs online), mas indicado para usuários que nunca tenham criado um blog, ou que não tenham muito familiaridade com a tecnologia), mas é importante ter a cabeça no lugar para filtrar as críticas negativas e sugestões erradas e entender que se tratam de pessoas e vontades diversas e que, infelizmente, nem sempre será possível agradar a todos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

DEUS EM 1º LUGAR

DENZEL WASHINGTON
Discurso inspirador sobre a necessidade de fracassar, a fim de crescer e alcançar o sucesso...

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

A MAIOR PALAVRA DO MUNDO

Qual a maior palavra da língua portuguesa?
A maior palavra da língua portuguesa, possui 47 letras e ganhou o Registro Internacional definitivo em 2001, quando apareceu no Dicionário Houaiss (O Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa é um dicionário de língua portuguesa elaborado pelo lexicógrafo brasileiro Antônio Houaiss). 
VEJA
Estamos falando de: “pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconióticos”. Antes, o título pertencia ao advérbio “anticonstitucionalissimamente", que tem 29 letras e descreve algo que é feito contra a constituição. 
O vice era "oftalmotorrinolaringologista", com 28 letras, que se refere ao especialista nas doenças dos olhos, ouvidos, nariz e garganta, conhecido muito na Medicina pelos médicos. O Houaiss é o campeão de palavras na língua portuguesa, mas não traz, por exemplo, palavras da química que têm dezenas de sílabas, usadas para definir compostos.
Uma delas é "tetrabromometacresolsulfonoftaleína", que tem 35 letras e indica um corante usado em reações. "Palavras como essa são muito específicas e só aparecem em glossários de terminologia química", diz o filólogo Mauro Villar, do Instituto Antônio Houaiss.
Entenda cada parte desse vocábulo de 47 letras
pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconióticos
Pneumo - PulmãoUltra - Fora de
Microscópico - Muito pequeno
Silicovulcanoconiótico
Sílico - Vem de silício, um elemento químico presente no magma vulcânico
Vulcano - Vindo de um vulcão
Coniótico - Vem de coniose, doença causada por inalação de pós em suspensão no ar
Tudo isso junto...
Pessoa que sofre de uma doença pulmonar, a pneumoconiose, causada pela aspiração de cinzas vulcânicas!

MATURIDADE ESPIRITUAL

O QUE É MATURIDADE ESPIRITUAL

A POESIA FAZ BEM AOS CORAÇÕES

Texto atribuído à Frida Kahlo, belo e instigante.
Você merece um amor que a ame quando você estiver despenteada, aceitando as razões que a fazem acordar rapidamente, e os medos que não permitem que você durma.
Você merece um amor que faça com que você se sinta segura. Que a ajude a conquistar o mundo ao pegar em sua mão, que sinta que seus abraços se encaixam perfeitamente com sua pele.
Você merece um amor que deseje estar ao seu lado, visitar o paraíso apenas olhando seus olhos, e que nunca fique entediado lendo suas expressões.
Você merece um amor que a ouça cantar, que apoie todas as suas loucuras, que respeita sua liberdade e que a acompanhe em seu voo, que não a deixe cair.
Você merece um amor que afaste as mentiras. E que traga sonhos, café, poesia.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

A TIGELA DE MANEIRA

A tigela de madeira
 Uma pequena história do nosso dia-a-dia, nos últimos dias de vida
Um senhor de idade muito avançada, foi morar com uns dos seus 5 filhos, nora e o netinho de quatro anos de idade. As mãos desse senhor de muita idade e sabedoria, eram trêmulas, mal poderia segurar sua bengala e sua visão embaçada..., seus passos vacilantes, muitas vezes, demoram, chegar até o quarto de dormir, e muitas vezes, não dava tempo de chegar até o banheiro, para fazer suas necessidades diárias.
A família, como sempre, comia reunida numa grande mesa, não se importavam muito com velhinho hospedado em sua casa, cujo o nome era Amadeus. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça. - "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho. - "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão." Não dá mais para aguentar meu pai, agindo desta forma.
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação. Desde que o velho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos e muita tristeza. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão. O menino de 4 anos de idade assistia a tudo em silêncio. Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente à criança:
- "O que você está fazendo?" O menino respondeu docemente: - "Oh pai, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer" O garoto de quatro anos de idade sorriu e voltou ao trabalho. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos.
Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite e o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava. A vida nos ensina ser mais tolerante e sábios com os nossos pais, irmão, amigos e parentes, quando entrar em nossas casas. A família é o maior equilíbrio humano verdadeiro a exemplo dos ensinamentos, da Lei de amor, do nosso irmão maior Jesus.

BR - "QUE ACREDITAMOS"

SAB, 04/02/2012 - 15:48 - ATUALIZADO EM 28/11/2012 - 14:28
Por Waldyr Kopezky
Vou contar uma historinha que já contei aqui, algum tempo atrás - mas sempre é bom relembrar: Em 1994, encerrava-se um ciclo de dez anos que a UNESCO havia determinado para seu programa de auxílio para a erradicação mundial do analfabetismo. Desde 1984 (e pelos dez anos seguintes), o Brasil recebeu uma boa quantia anual do órgão das Nações Unidas para investir na sua rede de ensino público e torná-la mais eficaz, qualificando seus profissionais, modernizando sua estrutura e atraindo mais crianças para as salas de aula. Vários países ao redor do mundo também tiveram este estímulo por parte da UNESCO.
Porém, a partir de 1994 o programa passaria para sua fase dois - a de condicionar os repasses de dinheiro à apresentação pelos governos de dados estatísticos que comprovadamente mostrassem um avanço nos sistemas de ensino público do país - aumento de crianças na primeira série, médias de notas adequadas, diminuição na porcentagem de repetências, evasão de alunos e por aí vai.
O recém-eleito governo de FHC (e não por culpa dele, neste momento) não tinha em mãos resultados que mostrassem melhoras e bons números, em quase nenhum índice educacional - e corria o risco de ver a "torneira" da UNESCO fechar-se para o Brasil. Além disso, toda a rede de ensino público estava passando por mudanças profundas, fruto do novo processo de reorganização de responsabilidades das esferas de governo (Municipal do Estado Federal) determinadas na recente Constituição Federal de 1988 e nas ainda mais recentes constituições estaduais (já aprovadas ou ainda em processo de formulação). O que fazer, então?
Numa reunião da presidência com vários membros do governo federal e dos estados, Mário Covas (gov. de SP) propôs uma solução mágica (coisa de político, mesmo!) para o iminente fim dos recursos internacionais - mas que se revelaria uma catástrofe completa com o passar dos anos: a Progressão Continuada! Pegava-se um sistema de ensino consagrado, de um educador respeitadíssimo (Paulo Freire), com um conceito inovador e humanista (o Construtivismo) e implantava-se isso na rede pública. Ninguém iria se opor a isso - fossem educadores, gestores da área educacional ou políticos.
E foi feito. Com isso implementado, os índices de aprovação foram às alturas, os de repetência quase zeraram e as avaliações (notas) tiveram também um crescimento exponencial - o relatório anual do MEC à UNESCO apresentado sob o novo sistema mostrava resultados excepcionais, e o órgão viu nele a justificativa para prosseguir com o envio anual ao País da verba de auxílio contra o analfabetismo. Bom, né? Não. Foi um horror:
A implementação do sistema construtivista (excelente, conceitualmente) quebrou com um regime e um modus operandi de décadas que condicionava a aprovação a um esforço do aluno para atingir um nível nas provas regulares, mensurado por níveis (zero a dez, A a D, o que fosse); agora, os critérios eram subjetivos (insuficiente, regular, bom e muito bom) que eram dados não mais pelo índice de acertos em exames periódicos (que foram abolidos, pouco a pouco) mas também numa avaliação mais ampla do educador, que levava em consideração ainda outros dados muito menos mensuráveis (participação em aula, interesse, envolvimento, comparecimento, socialização, etc.).
Pior: tal mudança teria de ter sido feita com a preparação prévia dos educadores para este novo sistema - que abolia não só os critérios, mas também as ferramentas de pressão e persuasão dos professores para incutir em seus alunos a necessidade do estudo regular e sistemático (bem como do  necessário estímulo) para a superação das dificuldades e limites impostos pela instituição para a a passagem de ano. Todo mundo passava - não importava se havia aprendido ou não. Com o passar dos anos, tanto educadores quanto educandos começaram a nutrir pelo novo processo de ensino (e seus péssimos resultados efetivos) um desencanto que logo tornou-se indiferença e desdém.
O resultado dessa decisão foi que uma geração inteira de jovens foi irremediavelmente perdida para a nossa sociedade moderna; milhares de alunos passaram de ano sistematicamente sem saber sequer ler direito (houve uma matéria há pouco tempo na IstoÉ mostrando alunos da 8ª série em SP que não conseguiam ler as manchetes de um jornal) ou fazer uma simples conta de dividir.
Do ponto de vista político, tal cenário era um ganho: tinham agora uma multidão de cidadãos iletrados que baseavam sua informação essencialmente em sistemas audiovisuais facilmente manipuláveis (rádio e TV), sem capacidade ou bagagem suficientes para discernir a realidade da informação apresentada ou as circunstâncias mais sutis da nova sociedade democrática recém-formada.
Do ponto de vista social, isso era uma tragédia: essa multidão estava completamente fora do mercado formal de trabalho, constituindo-se num grupo que - mesmo estando próximo dos grandes centros e com o acesso aos aparelhos públicos de ensino e novas tecnologias (coisa que gerações predecessoras não tiveram acesso) - este não reunia qualificações para ascender para além das classes D e E da sociedade, condicionados a viver em agrupamentos humanos pífios (favelas) de condições sub-humanas, da mesma forma que seus pais e avós migrantes.
Gente, falei tudo isso para dizer que o sistema determinado pela Constituição de 1988 não tem retorno, tanto para a Educação quanto para a Saúde públicas. Pelo que foi perdido, vai levar um tempo para ser reconstituído. Abs.Parte superior do formulárioParte inferior do formulário
DESABAFOS
Marcos Colombo
Tive uma filha e um filho que estudavam neste sistema. Com o passar do tempo, percebi que os dois não aprenderam nada na ESCOLA, apenas iam para a escola, mas a falta de professores era diária, a não aplicação de matérias essenciais era comum, como psicologia, matemática, português, Inglês, e o pior, ainda criaram as cotas para Universidades Públicas para justificar o péssimo ensino dado nas escolas públicas para aqueles que quisessem ingressar em uma universidade pública, porque com o ensino público dado nas escolas, é impossível ou praticamente impossível de se ter aprovação em universidades públicas como USP. A menos que, se utiliza de cotas absurdas que só denigrem ainda mais a imagem do ser humano, seja ele negro, pardo, indígena ou branco. Após saírem da escola fizeram cursos particulares e tiveram que aprender tudo que.
 MARIA PASQUINI
Assim se construiu o analfabetismo coletivo, desde FHC, o plano diabólico de embrutecer milhares e por séculos. Massa de manobra fácil, ANALFABETOS FUNCIONAIS, tudo planejado com cortinas de fumaça, para ofuscar a verdadeira finalidade. Este foi o primeiro tiro para o genocídio da população brasileira, mataram sem dó ou piedade de a educação de um país que devia ser um exemplo para um futuro próspero. Um país sem educação 'e um tiro no CÉREBRO!
O paciente sobrevive, mas com suas faculdades mentais roubadas, extraídas, sugadas, vegetando dias e noites. Não precisa ser intelectual, ter Ph.D., PARA ENTENDER que um país só adquire prosperidade em todos os setores, seja na educação, saúde, segurança, se tivermos ensino de qualidade para todos. QUANTO MAIOR A EDUCAÇÃO DE SEU POVO, menos
Renato h. Pinto - Momento
O texto é claro e definitivo o Brasil passa por tudo isto por conta do FHC que precisava de um a fonte de renda extra e criou esta monstruosidade que vemos hoje, aluno de faculdade que não sabem ler ou escrever, gerando profissionais também iletrados e responsáveis pela condução do país claro que nosso destino está fadado ao insucesso.