sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

PLANTAS MILAGROSAS

CONHEÇA A NOVA DESCOBERTA MILAGROSA
 CRAJIRÚ (PLANTA)
Bom..., ao pesquisar na internet, vi muitos relatos dos benefícios da planta CRAJIRU, como cicatrizante das mais diversas doenças, mas fiquei surpreso com o resultado apresentado por Paulo Saldanha, que é proprietário de um Viveiro de Plantas ornamentais aqui em Natal-RN, então resolvi compartilhar essa. Crajiru (Arrabidea chica (H.B.K.) Verlot; Bignoniaceae) é uma planta medicinal arbustiva brasileira, que comumente encontrada na Floresta Amazônica. Sinonímia: Chica, Cricket-vine, Puca panga, Pariri. Seu chá tanto pode ser utilizado para higiene íntima, com lavagens, como também pode ser ingerido agindo como um anti-inflamatório natural.
CHÁ
O chá é preparado das verdes folhas do Crajiru e transforma-se num chamativo líquido vermelho. Algumas tribos preparam uma infusão das folhas, utilizando-a no tratamento contra conjuntivite aguda. Também é um forte aliado no combate à anemia, por sua grande concentração de ferro. Largamente, de forma muito simples, utilizada contra as seguintes doenças: Adstringente (Adstringente é um adjetivo de dois gêneros que indica alguma coisa que adstringe ou constringe. Também pode ser um substantivo, indicando um elemento ou substância que causa adstringência. Um gosto adstringente é aquele que causa a contração das mucosas da boca.), afeção (Modificação, ou alteração, capaz de expressar (Sintomas), uma doença; quaisquer da pele), também indicado como fonte de afrodisíaco em alto-teor de energia, albuminúriaanemia, antidisentérica, anti-úlcerabactericidacatarro dos pulmões e dentre outros males.
Tudo isso é causado nos alimentos químicos da indústria farmacêutica e médicos falsos (Mentirosos, só querendo enriquecer) e Supermercados em todo Território Brazileiro.
No tratamento da planta de Crajiru, todos nós podemos cuida diariamente dos problemas de intestino, cólica intestinal, conjuntivite, diabetesdiarreia, diarreia de sangue, emoliente, da mesma forma que também servem de expectorante, ferida, fortificante, Hemorragiaicteríciainflamação, inflamação no úteroLeucemia. As folhas submetidas à fermentação e manipuladas com a anileira fornecem um corante vermelho-escuro. Esse corante, há tempos, é utilizado pelos índios para pintura de seus corpos e utensílios.
José de Alencar, em seu famoso romance Iracema, já citava a planta como meio para se obter o corante vermelho-escuro: "Ao romper d'alva, Poti partiu para colher as sementes de Crajiru que dão a bela tinta vermelha, e a casca do angico de onde se extrai a cor negra mais lustrosa."
OS MÉDICOS E A GRANDE MÁFIA FARMACÊUTICA/LABORATÓRIOS, ESTÃO ASSIM..., OLHA SÓ - RICOS..., TODOS QUERENDO QUE O SER HUMANO FIQUEM MAIS DOENTES + DOENTES E COM DIVERSOS CÂNCERES ESPALHADOS NO CORPO DOENTE

Máfia farmacêutica em guerra contra o tratamento do câncer com fosfoetanolamina sintética

VEJA ESTE VÍDEO
HOMEM DE CARÁTER - INTEGRO - DORME TRANQUILO COM A SUA FAMÍLIA
A doença é um negócio! Um negócio de bilhões de dólares que envolve laboratórios, médicos e órgãos como a FDA/ANVISA! Se o leitor possui algum conhecido com câncer, investigue sobre este assunto, entre em contato com a USP e os pesquisadores da fosfoetanolamina. É necessário desmascarar esta máfia que lucra com o sofrimento de milhões de pessoas.
Como Funciona
O mecanismo pelo qual a substância funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais. No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ARTE DE DESENHAR

Angelina Jolie

A EXPRESSÃO DA ARTE

O desenho é a arte de representar, ou criar formas, utilizando materiais como lápis, carvão, pincel. Diferencia-se da pintura e da gravura, por ser considerado tanto como processo quanto como resultado artístico, uma obra bidimensional composta por linhas, pontos e formas.
Por Laerte Galesso Orientador do Curso de Artes Plásticas da ABRA 
O desenho é uma forma de linguagem, talvez a mais antiga. Provavelmente o homem das cavernas, bem antes de se comunicar com palavras, tenha feito isso através de rabiscos. Ainda hoje, quando não conseguimos nos comunicar verbalmente, tentamos fazê-lo por meio de um desenho. Um mapa, por exemplo.
Assim sendo, aprender a desenhar é uma necessidade, tanto pelo aspecto da comunicação como pelo prazer que esta atividade proporciona. Além disso, desenhar é uma atividade extremamente prazerosa, pois o desenvolvimento e a prática do fazer artístico são muito importantes para o ser humano, pela própria necessidade que temos de nos comunicar com os nossos semelhantes e alcançarmos nossas realizações. A arte desenvolve a criatividade, proporciona autoconfiança, amplia a bagagem cultural, facilita o processo de sociabilidade e ainda possibilita a lucratividade, pois existem mais de trinta profissões ligadas direta ou indiretamente ao Desenho e a Arte em geral.
É importante, porém, que essa prática seja transmitida por profissionais que entendam e atendam as reais necessidades do aluno, não apenas no aspecto técnico, mas principalmente no aspecto emocional. O aluno, especialmente nos momentos iniciais, precisa de todo o apoio, para que se sinta seguro e autoconfiante. Caso contrário, toda a expectativa e o ímpeto do aluno em aprender ficarão comprometidos, desestimulando-o a prosseguir.
Porque aprender a desenhar?
Muito antes do desenvolvimento da escrita a raça humana já desenhava. Fosse para se comunicar, para se expressar ou exercer alguma influência sobre os seus inimigos, nossos ancestrais buscavam, através dessa linguagem, representar o real e o imaginário. O desenho, portanto, é uma das mais antigas e eficientes maneiras de se comunicar.
Quando se fala em desenho, o primeiro conceito que vem à mente é a relação com o artista desenhando no seu atelier. O desenho, porém, é muito mais abrangente: praticamente tudo o que está à nossa volta foi criado primeiramente a partir de um desenho; mesa, cadeira, computador, celular, automóvel, enfim, objetos que em algum momento só existiram na representação gráfica. Portanto, o desenho é um quesito importante para qualquer pessoa que queira expor melhor as suas idéias.
O mercado de trabalho para bons desenhistas é bastante amplo: há mais de trinta profissões relacionadas ao desenho. Saber desenhar, portanto, é uma exigência básica até mesmo para ingressar no Ensino Superior, pois o desenho faz parte das provas de habilidade específica ou testes de aptidão para cursos de Arquitetura, Desenho Industrial, Design Digital, Moda, Artes Visuais e Design de Interiores, entre outros.
Independentemente da área de atuação, o desenho à mão livre é a base necessária para treinar a percepção visual, a criatividade e as habilidades técnicas.
É preciso ter “dom” para desenhar?
A maioria das pessoas não se arrisca na arte do desenho porque acredita que é preciso ter dom. Na verdade, este tabu pode ser quebrado e qualquer pessoa é capaz de aprender a desenhar. Basta dispor de algumas horas por semana, ter disciplina e praticar as bases aprendidas.
No passado, se uma pessoa não conseguia desenhar dentro dos “padrões gregos”, isto é, no estilo acadêmico, fatalmente estava fadada ao fracasso para a arte. Embora este conceito tenha mudado muito, alguns professores ainda fazem este tipo de cobrança aos seus alunos, muitas vezes desestimulando-os a prosseguir. Na verdade, o fato de não conseguir realizar um desenho academicamente perfeito não desabilita uma pessoa a obter um resultado interessante e expressivo.
O ideal é analisar qual é a sua característica: se um desenho mais realista ou algo mais expressivo. Obviamente, um trabalho pode ser realista e ter expressividade. Independentemente do estilo de desenho que você pretende desenvolver é importante que ele transmita sentimento, emoção, estilo e interpretação. Mas, assim como o músico, que para melhor interpretar a canção precisa ler a partitura e praticar, você precisa conhecer as regras básicas para realizar um bom desenho e treinar essas bases.
Como posso aprender a desenhar?
Só se aprende a desenhar desenhando. Porém, o aprendizado do desenho, como outra atividade qualquer, exige uma boa dose de dedicação e disciplina. Este representa um dos seus principais desafios: se todos os dias do mês você praticar pelo menos quarenta minutos por dia, no final do mês já terá um progresso incrível.
A produtividade é essencial no aprendizado do desenho: quanto mais você desenhar, mais vai desenvolver as habilidades necessárias, tanto as motoras quanto as intelectuais, principalmente a percepção visual, ou seja, a arte de ver.
Quando você começa a desenhar passa a enxergar o mundo de forma diferente e a prestar atenção em detalhes que antes não dava importância.
O que devo desenhar?
Muitas pessoas se consideram incapazes de aprender a desenhar porque geralmente pensam em coisas complexas – como desenhar um rosto, por exemplo. Com a disciplina de realizar uma etapa de cada vez, porém, o aluno terá uma evolução natural. E quando menos perceber, estará desenhando figuras e objetos que nunca imaginou que seria capaz. O segredo é começar com coisas simples para que sinta a evolução, melhore a autoestima e desenvolva a percepção visual e as habilidades manuais gradativamente.
Você deve ter em mente que, para desenhar uma cadeira, é preciso saber desenhar um cubo. Porém, para desenhar um cubo da maneira correta, é preciso desenhar um quadrado.
Como devo explorar minha criatividade?
Há pessoas que têm bastante facilidade em copiar desenhos. Outras são criativas, mas desconhecem as técnicas do desenho. No primeiro caso, elas desenvolveram a percepção visual e a capacidade de ver uma gravura ou mesmo uma foto e reproduzir até com boa semelhança. Isso é um aspecto bastante positivo.
Porém, se tirarmos a referência visual, a pessoa é incapaz de desenhar algo, porque conhecem apenas um dos vários recursos para se aprender a desenhar. Conhecer os fundamentos do desenho é importante e pode ajudar no desenvolvimento dos trabalhos. Porém, isso não garante trabalhos expressivos. A criatividade está mais associada à intuição, à emoção e à sensibilidade de cada um.
Todo trabalho precisa ser iniciado a partir de uma fonte de inspiração objetiva (como um protesto, uma questão social) ou abstração (como a angústia, a solidão ou a felicidade). Caso contrário será como um calouro que canta a música no compasso e com as notas certas, mas esquece de interpretar.
Que materiais são necessários para a prática do desenho?
Quantas vezes nos deparamos com verdadeiras obras de arte elaboradas somente com lápis grafite ou nanquim e pincel? Portanto, não são necessários materiais caros e sofisticados para desenvolver o Desenho. Bastam dois blocos de desenho (um layout e um canson), alguns lápis (HB, B e 6B), barrinhas de carvão, grafite integral, tinta nanquim preta, um pincel redondo fino e um médio.
O desenho em preto e branco produz efeitos excelentes, mas, se quiser colorir, comece com lápis de cor.
Para o desenho a traço, use papel liso; para desenhos sombreados, use o papel canson, que é poroso.
Antes de decidir o que vai desenhar, procure experimentar os materiais fazendo exercícios espontâneos. Faça traços finos e grossos, manchas e rabiscos, usando gestos largos e com a mão solta, veja os efeitos que cada técnica produz no papel.
Lembre-se: desenhar não é apenas buscar a perfeição das formas existentes na natureza, mas também transmitir emoção e sentimentos através de linhas, formas, texturas e volumes.

domingo, 15 de janeiro de 2017

PROFº ARMANDO LIMA

josé armando de lima - uns dos maiores e melhores forfessor técnico de atletismo do brazil e entre os melhores do mundo

O RIO GRANDE DO NORTE, HOMENAGEIA O ILUSTRE PROFESSOR de educação física E TÉCNICO DE ATLETISMO, ARMANDO LIMA
No dia 07 de maio, próximo sábado, a Federação Norte-Rio-Grandense de Atletismo (FNA) realizará o terceiro festival de atletismo do ano de 2011.
O evento que recebe o nome do abnegado Prof. José Armando de Lima, um dos precursores do atletismo Potiguar e possuidor de uma história belíssima para o desporto estadual onde podemos destacar alguns pontos:
1. Descobridor de talentos (como maior exemplo dessa aptidão podemos citar a descoberta da atleta Magnólia Figueiredo);
2. Formador de várias turmas do Curso de Educação Física na UFRN;
3. Ex-presidente da FNA;
4. Atualmente, exercendo a função de Diretor Técnico da FNA.
Obs.: A presidência da FNA, apesar de todos os esforços realizados com a finalidade de solucionar o problema, informa que as provas de lançamentos que precisam de proteção da gaiola (martelo e disco), em face de não podermos oferecer segurança aos atletas, só retornará a constar nas programações oficiais da federação quando o serviço da gaiola for efetivamente realizado.
Em face do planejamento técnico e administrativo, a presidência também informa que a programação oficial informada acima, não mais poderá sofrer inclusão de prova.
Desse modo, caso os técnicos desejem incluir provas para os próximos festivais, devem encaminhar a solicitação a secretária da FNA com a finalidade de ser analisado pelo corpo técnico da FNA e, se possível, serão incluídas nos próximos eventos.
Allan de Medeiros Pinheiro
Diretor de Arbitragem da FNA
O terceiro festival do ano envolverá atletas das categorias de. Pré-Mirim a adulto. A Federação Norte-Rio-Grandense de Atletismo (FNAt) promove neste sábado (07) mais uma edição do Festival Armando Lima, na pista do CAIC Esportivo de Lagoa Nova, em Natal. O evento – o terceiro festival do ano – começa às 13h30 com a participação de atletas das categorias de Pré-Mirim a Adulto.
O evento homenageia o professor-técnico José Armando de Lima, um dos precursores do atletismo potiguar que, entre outras coisas, ajudou a formar várias turmas de Educação Física na UFRN, dirigiu a Federação de Atletismo (onde hoje é diretor técnico) e descobriu vários talentos (entre eles Magnólia Figueiredo).
Estão programadas diversas provas de pista e campo – exceto as competições de martelo e disco, porque a gaiola de proteção necessária para estas duas provas ainda não foi reparada.
SALTO TRIPLO - CURSO PARA TREINADORES EM BELÉM
24/07/2002 – Ás 16:06 - CBAt
Manaus - O Comitê Olímpico Brasileiro e a CBAt estarão realizando em Belém do Pará, no período de 27 de julho a 03 de agosto de 2002, um Curso Técnico de Atletismo - Salto Triplo, dentro do Programa de Solidariedade Olímpica Pan-Americana da ODEPA (Organização Desportiva Pan-americana), que será ministrado pelo Prof. Gian Carlos Medesani da Itália, especialista da prova. Participarão do Curso treinadores de Salto Triplo de toda a América do Sul, sendo que a CBAt indicou os treinadores abaixo pelo Brasil para o curso:
1. Neilton Salvador Alfano Moura (SP),
2. Roberto Ribeiro de Andrade (PE),
3. Ademir Nicola Francisco (PR),
4. Sildemar Estevão Venâncio (MG),
5. Pedro Henrique Camargo de Toledo (RS),
6. Pedro de Almeida Pereira (PB),
7. Abcélvio Rodrigues (AM),
8. Avelino José de Souza (RJ),
9. José Armando Lima (RN),
10. Aristides de Andrade Junqueira Neto (SP),
11. José Haroldo Loureiro Gomes (RS),
12. João Carlos dos Santos (SC),
13. Alexandre Gonçalves Coelho (RJ),
Otaviano Caetano da Silva (SP).
Os dez primeiros foram indicados nas vagas do COB e os cinco últimos convidados diretamente pela CBAt. A Coordenação do Curso é do Prof. Agberto Guimarães do COB.
Quadro de ministrantes de Curso Básico de Arbitragem-2012 está definido
26|03|2012 – 16:31 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt
São Paulo – A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) definiu o Quadro de Ministrantes do Curso Básico de Arbitragem em Atletismo, depois de seminário realizado no último final de semana em Guarulhos, na Grande São Paulo.
O evento seguiu a Norma 01 da Comissão Brasileira de Arbitragem (COBRAT), que tem o objetivo de padronizar os cursos básicos em arbitragem no Brasil, quanto a procedimentos dos ministrantes, sequência, material didático e obediências às normas da IAAF/CBAt.
Os ministrantes foram Martinho Nobre dos Santos, Manoel Trajano Dantas Neto e Márcio José Bodziak Zanetti, com coordenação de Nilton Cesar Ferst – todos da CBAt.
Os 37 aprovados no curso representam 14 Estados e o Distrito Federal, tendo representantes em todas as regiões do País.
QUADRO DE MINISTRANTES – 2012
Allan de Medeiros Pinheiro - RN
José Armando de Lima - RN
Aquilles de Oliveira Costa Melo - RN
Getúlio Lopes de Araújo Filho - RN
João Batista de M. da Silva - RN
Marcelo Diego C. do N. - RN
Maria Dilliany Lima Urbano - RN
André Luiz Negre - SP
Antônio Luiz P. do Nascimento - BA
Deraldo Ferreira Oppa - SC
Edvaldo Quirino dos Santos - SP
Fernando Augusto N. Da Silva - PA
Florenilson I. de Almeida - DF
Gaspar Teodoro de Melo - MG
Gilvan Lira da Silva - SP
Henrique Niekraszewicz - RS
Irenilta Pereira dos S. Nunes - PB
João Vicente Bezerra Limeira - PE
Jorge Pereira Rodrigues - RJ
José Ernandes Feitoza - PR
Kellermann L. F. Zanotti - PR
Lindomar Telles de Oliveira - PR
Lucimara Vicente Machado - SP
Marcelo Brogno Novello - RJ
Marco André de Lazari - RS
Marcos Paulo g. de Andrade - RS
Massao Tateishi - SP
Nilton Cesar Ferst - PR
Og Robson de M. Chargas - BA
Ronaldo Afonso Lourenço - SP
Sandra Mª de Souza Malcher - PA
Santos Dumont Lopes - CE
Sildemar Estevão Venancio - MG
Silvia MARIA Souza Bezerra - CE
Valter Augusto de Oliveira - PR
Vanessa Fabri Cassettari - SP
Walter Alves Brasil Filho RO

Magnólia Figueiredo
Século XXI
Mª Magnólia Sousa Figueiredo - MULHER POTIGUAR
A Mulher Potiguar – Cinco Séculos de Presença

Magnólia Figueiredo

Magnólia Figueiredo, a recordista Atleta que se supera a cada prova, colecionadora de recordes nacionais, a primeira norte-rio-grandense a participar de uma Olimpíada, Maria Magnólia Sousa Figueiredo nasceu em Natal, em 1963. Fez os estudos primários e secundários em escolas públicas, formou-se em educação física, em 1987, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Revelou-se para o esporte aos doze anos, quando representou o seu estado nos Jogos Escolares de Porto Alegre.
No ano seguinte, durante as Olimpíadas de Montreal, sentiu-se profundamente identificada com o atletismo e, a partir de 1977, encarou essa prática com espírito de profissionalismo. Desde então, dedicou-se ao atletismo, modalidade em que se revelou uma das mais importantes atletas do estado e do país. Iniciou seus treinos nas pistas de asfalto do Campus Universitário da UFRN, sob a orientação do professor Técnico de Atletismo, José Armando de Lima, que lhe ensinou os valores da disciplina, do amor pelo esporte, da técnica de evitar lesões. Magnólia refere-se assim ao seu primeiro mestre, Profº Técnico Armando Lima.
“Ele foi um excelente iniciador. Eu acho que a minha longevidade como atleta se deve ao fato de eu ter sido muito bem iniciada. ” Magnólia casou-se com o seu segundo técnico, José dos Santos Figueiredo, e juntos iniciaram uma carreira vitoriosa que ultrapassaria as fronteiras do Rio Grande do Norte. Sua dedicação levou-a a bater recordes seguidos em competições estaduais, regionais, nacionais e internacionais. A versatilidade da atleta potiguar lhe permitiu se sobressair em provas de velocidade e resistência.
Foi recordista estadual nos 100m, 200m, 400m, 800m, 1.500m e revezamento de 4 x 100m e 4 x 400m; recordista do Norte-Nordeste nas mesmas marcas registradas acima; recordista brasileira universitária de 200m, 400m e revezamento de 4 x 400m; recordista sul-americana de 200m (recinto fechado) e revezamento de 4 x 400m; recordista ibero-americana no revezamento 4 x 400m. Participou das Olimpíadas de Seul, 1988, Barcelona, 1992, e Atlanta, 1996. De 1986 a 2000, Magnólia participou 35 vezes do Troféu Brasil, o maior evento do atletismo nacional. Chegou em primeiro lugar 27 vezes; em segundo, cinco vezes; em terceiro lugar, três vezes.
Atualmente, é atleta do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro. E tem um projeto, um sonho que há de realizar em breve: tirar crianças das pistas da rua para as pistas de atletismo. Fonte: A Mulher Potiguar – Cinco Séculos de Presença. Natal-RN, Centro de Estudos e Pesquisas Juvenal Lamartine-CEPEJUL, Fundação José Augusto, 1999. Maria Magnólia Souza Figueiredo – 1988 e 1995 A primeira participação das mulheres na modalidade de atletismo feminino ocorreu durante os esportes de exibição dos Jogos Olímpicos, no ano de 1900. Contudo, somente nos Jogos de Amsterdã, realizados entre 17 de maio e 12 de agosto de 1928, o atletismo feminino foi inserido, dando destaque para a atleta americana Betty Robinson, a primeira mulher a vencer os 100m.
A participação feminina brasileira de atletismo em Jogos Olímpicos ocorreu em Londres no ano de 1948, quando se destacou Benedicta Sousa de Oliveira, hoje considerada um dos maiores modelos de atleta olímpica do país. 1988 nos JO em Seul, entre 17 de setembro e 2 de outubro, competiram 2.186 mulheres. O Brasil levou 174 atletas, entre eles 35 mulheres, 6 atletas no atletismo:
Angélica de Almeida na Maratona; Conceição Aparecida Geremias no heptatlo e nos 4x400m, Maria Magnólia Souza Figueiredo, nos 400 metros e nos 4x400m; Soraya Vieira Telles nos 800m e nos 4x400m; Suzete Garcia Montalvão nos 4x400m e Tânia Maria Miranda nos 4x400m. 1992 Os JO foram realizados em Barcelona entre 25 de julho e 9 de agosto.
O Brasil levou 178 atletas, entre eles 51 mulheres, 3 no atletismo. Carmen de Oliveira Furtado nos 10.000m, ficando em 41º lugar; Janet Mayal na maratona e Marcia Narloch, medalha de prata na maratona de Los Angeles, disputou a maratona, classificando-se em 17º lugar. 1996 os JO foram realizados em Atlanta, entre 19 de julho e 4 de agosto. Tais jogos marcaram as primeiras medalhas olímpicas femininas da história do esporte brasileiro.
O Brasil inscreveu 225 atletas, entre eles 66 mulheres. A delegação feminina de atletismo foi composta por nove mulheres. Entre elas, Carmen de Oliveira Furtado na maratona, vencedora da meia maratona de Pakersburg em 1995 e medalha de ouro no Pan-Americano de Mar Del Plata no mesmo ano, foi também a primeira mulher brasileira a vencer a Corrida de São Silvestre em 1996. Cleide Amaral, nos 100 e 200 m rasos, medalha de prata nos 200m e medalha de ouro nos 100m, no campeonato sul-americano de 1995 e medalha de ouro nos 100 e 200m no Torneio Internacional Orlando Guaita, em 1995.
Elisângela Maria Adriano, no arremesso de peso, foi medalha de ouro no arremesso de peso no 2º torneio FPA de atletismo de 1996. Luciana de Paula Menezes, nos 800 metros, foi medalha de prata no Pan americano de Mar Del Plata em 1995, medalha de ouro no Meeting de Lisboa em 1994 e ouro no Meeting de San Denis, na França em 1995. Marcia Narloch, maratona, foi medalha de bronze na maratona de Nova Iorque em 1993 e vencedora da maratona do Rio de janeiro, em 1996.
Maria Aparecida Barbosa de Souza, medalha de ouro no salto triplo no 3º FPA em 1995 e no Troféu Ivo Sallowicz, também em 1995, disputou no salto triplo. Maria Magnólia Souza Figueiredo, 400 metros rasos, ouro nos 400 m rasos no Campeonato Ibero Americano de 1990, ouro nos 400m rasos no Campeonato sul-americano de 1991. Roseli Aparecida Machado, nos 5.000m e Solange Cordeiro de Souza, maratona, bronze no XIV troféu Brasil de Atletismo de 1995 e prata nos 300m na Aztec Invitational, nos EUA, em 1996.
2000 os JO foram realizados em Sydney, entre 15 de setembro e 1 de outubro. A Delegação Brasileira esteve composta por 205 atletas, sendo 94 mulheres. A delegação feminina de atletismo foi composta por quatro mulheres. Entre elas Luciana Alves dos San tos, salto em distância e no salto triplo: ficou em 24º lugar nos JO. É bicampeã sulamericana em 1996 e 1997 e bicampeã do Troféu Brasil em 1995 e 1996. Lucimar Aparecida Moura, 100 e 200 me tros, prata no Pan de Winnipeg em 1999, campeã dos 100 e 200 m do Troféu Brasil em 1999. Sueli Pereira dos Santos, lançamento de dardo, ficou em 14º lugar nos JO.
É campeã do Ibero-americano de Mar Del Plata em 1994, campeã sul-americana em 1988, octacampeã do Troféu Brasil em 1985, 1986, 1987, 1988, 1991, 1992, 1993, 1994 e 1999. Maurren Higa Maggi, salto em distância, ficou em 25º lugar nos JO. Por quatro temporadas consecutivas, a atleta ficou entre as Top 10 do mundo no salto em distância e ainda alcançou bons resultados no salto triplo e nos 100m com barreiras.
Medalha de ouro no salto em distância no Pan-americano de Winnipeg em 1999, na Universidade de Pequim em 2001, nos Jogos da Amizade de Brisbane em 2001 e no IAAF Grand Prix Final de Paris em 2002, ouro no salto em distância e prata 100m com barreiras no Pan de Winnipeg de 1999, campeã do salto em distância e 100m com barreiras no Troféu Brasil em 1999. Campeã ibero americana no Rio de Janeiro, em 2000 e na Cidade da Guatemala, em 2002, medalha de prata na Copa do Mundo em Madri, em 2002.
Maurrem também ganhou o prêmio Brasil Olímpico, concedido pelo COB, em 2000. Situação Atual No decorrer dos anos os Jogos Olímpicos mostraram um acréscimo gradual e progressivo na participação das atletas brasileiras. Entretanto, o atletismo feminino não acompanhou esse índice, mantendo uma média semelhante àquela da primeira participação no atletismo feminino, nos JO de 1948. A maior delegação no atletismo feminino foi composta por nove mulheres nos JO de Atlanta, em 1996.
Para aumentar o número de mulheres no atletismo de alto nível, segundo estudiosos da moda idade, é preciso criar um ambiente esportivo inclusivo, que englobe mulheres em todos os níveis do atletismo, para que suas vozes sejam ouvidas e suas experiências e perspectivas refletidas nas decisões das organizações do esporte. Fonte: http://www.ahistoria.com.br/Esportes-e-Jogos/Hist%C3%B3ria-do-Atletismo-Feminino-11.ht

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DEPOIMENTO INCRÍVEL

VEJA
A atriz Meryl Streep
A atriz Meryl Streep posa com o prêmio pelo conjunto da obra - AFP
“Lacaia” de Hillary Clinton, “uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood”: com estas palavras duras Donald Trump se dirigiu a Meryl Streep, irritado com as críticas a ele de uma das atrizes mais queridas de Hollywood, durante a cerimônia do Globo de Ouro.
“Meryl Streep, uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood, não me conhece, mas me atacou ontem à noite no Globo de Ouro”, escreveu o temperamental futuro presidente americano em sua conta no Twitter.
Indicada 19 vezes ao Oscar (um recorde para atores e atrizes) e três vezes ganhadora de estatuetas, Streep investiu contra Trump e sua retórica divisiva, sem mencioná-lo diretamente, em discurso na noite de domingo em Los Angeles.
Com a voz embargada pela emoção, tentando conter as lágrimas, ela evocou especialmente um episódio em que Trump, na época um candidato republicano, fala do repórter Serge Kovaleski, do jornal The New York Times, que é portador de deficiência, a quem imita agitando os braços.
Kovaleski sofre de artrogripose, síndrome que limita o funcionamento das articulações.
Jornalista “rasteiro”
“É uma lacaia de Hillary, que perdeu de forma retumbante. Pela 100ª vez, nunca ‘parodiei’ um jornalista deficiente (nunca faria isso)”, reagiu Trump em outra série de tuítes, prosseguindo assim com o hábito de responder rapidamente àqueles que o criticam pelas redes sociais.
“Simplesmente o mostrei como ‘rasteiro’ quando ele mudou totalmente uma matéria que tinha escrito havia 16 anos para me fazer ficar mal”, disse. “Isto é apenas mais imprensa desonesta! ”, acrescentou.
Em um rápido discurso, ao aceitar o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra, entregue pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, Streep, considerada uma das melhores atrizes do mundo e ganhadora de oito Globos de Ouro, lembrou uma “atuação” que a marcou este ano.
“Foi quando a pessoa que está pedindo para se sentar no lugar mais respeitado do nosso país imitou um jornalista com deficiência, alguém a quem supera em privilégios, em poder e na capacidade de se defender. Quando o vi, meu coração se partiu”, disse a atriz.
“Ainda não consigo tirá-la da cabeça porque não ocorreu em um filme. Foi a vida real. E este instinto de humilhar, quando é praticado por alguém que está na cena pública, por alguém poderoso, invade a vida de todo mundo porque dá permissão para que outras pessoas façam o mesmo”, disse.
Violência gera violência
“Falta de respeito gera falta de respeito. Violência incita a violência”, afirmou. “Quando os poderosos usam sua posição para amedrontar os outros, todos perdemos”, acrescentou, sob aplausos. “Vocês e todos os que estão neste recinto, na verdade, pertencem aos segmentos mais vilipendiados da sociedade americana agora. Pensem nisso.
Hollywood, os estrangeiros e a imprensa”, disse a atriz de 67 anos, em alusão às críticas contínuas de Trump à imprensa, a quem acusa de tendenciosa, e seu discurso, fortemente anti-imigração.
Como a imensa maioria da indústria do entretenimento, Streep apoiou Hillary Clinton, a adversária democrata de Trump na corrida pela Casa Branca.
“Graças a Deus por Meryl Streep, que disse a verdade ao Poder e disse a verdade ao Poder no Globo de Ouro esta noite”, comemorou a atriz veterana Bette Midler no Twitter.
“O discurso de Meryl Streep não foi político, a menos que a decência, a empatia e o respeito sejam políticos”, elogiou a atriz Mia Farrow, também no Twitter.
Em breve entrevista ao jornal The New York Times, Trump, que será empossado em 20 de janeiro, disse que não tinha ouvido o discurso de Streep, mas que estava surpreso por ser criticado “pela gente do cinema liberal”.
A ex-chefe de campanha de Trump e principal assessora do presidente eleito, Kellyanne Conway, disse nesta segunda-feira ao canal Fox que está “preocupada de que alguém com uma plataforma como Meryl Streep” esteja “incentivando os piores instintos das pessoas”.
“Há muita autocompaixão. Cairia bem um pouco mais de consciência de si mesmos quando falam de seus vestidos de trilhões de dólares do quão vilipendiada está a pobre Hollywood”, ironizou Conway.
Streep pediu à imprensa que preste contas aos poderosos e conte a verdade.
“Como minha querida amiga, a falecida Leia me disse uma vez, ‘Pega teu coração em pedaços e o transforme em arte'”, concluiu, em alusão a Carrie Fisher, a estrela da saga “Guerra das Estrelas” que morreu de ataque cardíaco em 27 de dezembro.
ELA ESTÁ FALANDO DESTE HOMEM, AMERICANO, MAS UM POUCO ESTRANHO DE COMANDAR A GRANDE NAÇÃO DE POLÍTICAS ECONÔMICAS
Trump ataca Meryl Streep, após ser criticado no Globo de Ouro

3 ANINHOS

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COM APENAS 3 ANOS DE IDADE, TOCANDO