VEJA
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
PRECE - DIVALDO FRANCO
PSICOGRAFIA
Psicografia (Do
grego, escrita da mente ou da alma), segundo o vocabulário
espírita, é a capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas
por Espíritos.
Objeto de estudo da pseudociência da parapsicologia, o consenso científico atual
não suporta as alegações deste e de outros supostos fenômenos paranormais. [1]
Conceito -
Segundo a doutrina espírita,
a psicografia seria uma das múltiplas possibilidades de expressão mediúnica
existentes. Allan Kardec classificou-a
como um tipo de manifestação inteligente, por consistir na comunicação
discursiva escrita de uma suposta entidade incorpórea ou espírito, por
intermédio de um homem.
O mecanismo de funcionamento da
psicografia, ainda segundo Kardec,
pode ser consciente, semi-mecânico ou mecânico, a depender
do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.
No primeiro caso, o menos passível de validação experimental,
o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em
si a autoria das ideias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos
escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se
expressar inadequadas.
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
R.I.P - "Rest in peace"
Morre Nicholas Bett: quem
foi e o que fez o campeão mundial dos 400m
Atleta sofreu acidente de carro; veja o que
aconteceu
08/08/2018
Atleta olímpico - Nicholas
Kiplagat Bett era um atleta de atletismo queniano que competia nos obstáculos
de 400 metros. Seu melhor pessoal para o Evento é 47,79 segundos.
Nascimento: 14 de junho de
1992, Uasin Gishu
County, Quênia
Falecimento: 08 de agosto de
2018, Nandi County,
Quênia
Altura: 1,90 m
Peso: 75 kg
Créditos: IAAF
Um dos maiores nomes do atletismo, Bett escreveu seu
nome na história do esporte não só pelo título mundial em Pequim, mas também
por se tornar o primeiro queniano a vencer uma prova com distância inferior a
800m. Berço de diversos fundistas de relevo, o pais Africano jamais se
notabilizou por grandes atletas de curtas distâncias. Um dos favoritos à
medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio, Nicholas Bett acabou caindo e não se
classificou para a final vencida pelo americano Kerron Clement. Compatriota de
Bett, Boniface Mucheru Tumuti ficou com a prata, e o turco Yasmani Copello com
o bronze.
O ex-campeão mundial queniano dos 400 metros com barreiras, Nicholas
Bett, morreu nessa madrugada em acidente de carro, aos 28 anos. Ele estava na
estrada entre Eldoret e Kapsabet, duas das famosas cidades de treinamento de
longa distância do país, quando voltava do campeonato africano na Nigéria. Bett
perdeu o controle do seu carro e capotou, disse seu treinador, Vincent Mumo. De
acordo com Mumo, o acidente aconteceu por volta das 6h da manhã. A Federação de Atletismo Queniana publicou
comunicado nas redes sociais e prestou condolência aos familiares e a toda
comunidade esportiva. Veja:
We regret to
learn of the sudden demise of one of our top athletes, the 2015 400m Hurdles
World Champion #NicholasKiplagatBett
who represented Kenya in the just concluded Africa Championships. Our
condolences to his family and the entire athletics fraternity @moscakenya @iaaforg - 04:59 - 8 de ago de 2018 - Informações e privacidade no Twitter Ads
Bett foi o primeiro queniano a ganhar uma medalha de ouro em uma prova
com menos de 800 metros, em Pequim em 2015. O feito também foi uma conquista
pessoal significativa para o atleta, porque ele estava com uma lesão no pé. Desde
2014, a lesão tornou-se parte permanente de sua carreira e ele aprendeu a lidar
com isso, explica o site do NY Times. E sua vitória em Pequim foi
especialmente popular no Quênia, onde Bett era conhecido como um atleta
humilde, de origem rural.
Do vôlei para o atletismo
Bett foi jogador de vôlei antes de migrar para o atletismo. E chegou a
ganhar competições de salto em altura quando adolescente. Mesmo assim, teve que
perseverar muito para fazer história. Chegou a ser chamado de um dos perdedores
mais rápidos do campeonato mundial. Mas venceu a final com um recorde nacional
queniano de 47,79 segundos. “Fiquei mais chocado de ter tido um tempo que nunca
pensei que faria em minha vida”, disse ele em uma entrevista para seu perfil da
IAAF em 2016. “A partir daí, minha vida mudou. Porque fui capaz de fazer coisas
para minha família como construir (a) casa, comprar um trator. ”
Ele também conquistou medalhas de bronze nos campeonatos africanos em
2014, tanto nos 400 obstáculos como no revezamento 4x400m. Além disso, Bett
tinha um irmão gêmeo, Aron, que também era um membro da equipe de revezamento
do Quênia 4x400m e ganhou o ouro nos campeonatos africanos.
Lendas da corrida
+ Quem é Tori Bowie, uma das mulheres mais rápidas do
mundo?
+ Por que Irena Szenwinska se tornou a lenda do atletismo mundial?
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018
UMA LIDA MULHER
VEJA
O filme, Uma
Linda Mulher, conta a história de uma atraente prostituta, chamada Vivian Ward (Interpretada por Julia Roberts) que conhece por acaso o milionário Edward Lewis (Interpretado
por Richard Gere), que a contrata por uma semana e que acaba apaixonando-se
por ela. No período em que a garota (Prostituta Vivian) é contratada pelo
milionário, ela se transforma em uma mulher elegante, para acompanhá-lo em
compromissos sociais. No entanto, os dois começam a se envolver mais
profundamente, nascendo uma grande e divertida amizade, além de um carinho
imenso, e assim, a relação cliente/garota de programa, modifica-se para um
relacionamento envolvendo sentimento entre homem e mulher e os dois acabam se
apaixonando profundamente, verdadeiramente e terão que enfrentar tudo e todos
para poderem viver esse grande amor, que é cercado de muitos preconceitos da
sociedade, pelo fato dela ser uma simples prostituta do subúrbio e ele, um
homem conceituado perante as pessoas.
A vida, deste
que o mundo é mundo, sempre houve e haverá preconceitos dos mais remotos vistos
diariamente. Deus criou todo UNIVERSO, a terra por último e por último, o único
animal racional, o ser humano, que, apesar da inteligência, não aceitam as
pessoas como elas são, independentemente de qualquer coisa. Se a vida é feita
de escolha, uma lida mulher é a escolha perfeita na companhia de um belo homem
educado e cavalheiro.
PORQUÊ ACEITAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO?
A VIDA NÃO É UMA SÓ.
Você não pode me definir
Não podemos
esperar que os outros se comportem sempre do jeito que quisermos, mas
insistimos em gastar muito do nosso tempo e energia, tentando forçá-los. E
quando não agem conforme as expectativas, gastamos ainda mais tempo e energia
nos sentindo frustrados ou irritados, ou de uma certa maneira, digamos assim...
Esse
constante conflito para fazer com que as pessoas ajam de acordo com a nossa
vontade, não gera apenas infelicidade e insatisfação, mas também se traduz em
problemas de relacionamento.
Quando
alguém se sente controlado ou forçado a mudar é mais provável que se torne
resistente e faça exatamente o oposto do que queríamos. Afinal, não é assim que
agimos quando fazem o mesmo conosco? Na verdade, a atitude alheia só nos afeta
quando a tomamos como algo pessoal. Talvez Fulano (a) tenha esquecido de dizer
“Oi, tudo bem com você? - bom dia, boa
tarde e boa noite”, ou talvez
Ciclano (a) tenha se atrasado para algum compromisso.
De qualquer
maneira, quando criamos expectativas e nos deixamos frustrar pelo comportamento
dos outros, não só deixamos o ego nos convencer de que “estão todos errados”,
mas também criamos uma forte resistência ao que simplesmente “é”. Em outras
palavras, ficamos chateados e ofendidos por algo que, muito provavelmente, não
era pessoal — nos enxergamos automaticamente como alvo dos acontecimentos,
digamos assim. Deixar que ações alheias controlem nossas emoções é como dizer:
“seu comportamento é capaz de me perturbar, portanto minha felicidade depende
do que você faz.
Enquanto
você não fizer o que eu quero, do jeito que eu quero, nunca estarei satisfeito.
” Ora, seria mais fácil dizer: “Me tornei seu refém” — percebe? Permitir que a
própria felicidade fique nas mãos de outra pessoa, independente do grau de
afinidade, nunca é uma boa ideia, de uma certa maneira..., claro. As pessoas
têm sua própria autonomia e, enquanto estivermos como reféns, acabarão nos
decepcionando — uns mais cedo, outros mais tarde, se não tivermos o devido
equilíbrio, como os Livros de autoajuda, nos recomendam.
Claro, temos
também aquele tipo que tenta nos afetar de forma intencional, seja com ofensas,
agressões ou “brincadeirinhas com fundo de verdade”. Uma situação dessas é
sempre delicada, mas ainda é possível lidar com tudo isso de forma saudável e
produtiva, basta aceitar os outros exatamente como são — é tão improvável
quanto eficaz, acredite.
Aceitar o
comportamento dos outros, sem julgar nem resistir, não parece fácil nem mesmo
enquanto discurso, mas é a única coisa que realmente nos liberta das opiniões,
comportamentos e atitudes alheias. Afinal, ninguém é responsável por garantir
nossa felicidade e satisfação. O mundo não gira de acordo com nossas
expectativas. Não podemos forçar alguém a fazer, dizer ou agir conforme a nossa
vontade. No entanto, temos todo o poder e controle sobre nossas próprias ações
e comportamentos.
Quando
alguém nos deixa frequentemente tristes, irritados ou frustrados, temos
autonomia para escolher se continuaremos aceitando esses comportamentos ou não,
mas nenhum poder para mudar, efetivamente, seja quem for. Ao focar em nossos
próprios comportamentos e reações, assumimos o controle e deixamos de permitir
que atitudes alheias ditem “como”, e “quando”, ser feliz.
“Aceitar os
outros pelo que são” não significa que devemos aceitar maus tratos e abusos,
mas que podemos lidar de outra maneira com o desejo de que as coisas fossem
diferentes, ou melhor, com essa resistência ao que simplesmente “é”. Assim,
passamos a lidar com o que realmente aconteceu, ao invés de perder tempo com
atitudes do tipo “deveria ter dito…”, “poderia ter feito…” ou “se eu fosse
você…”. Não temos como mudar o passado, então por que não encarar a vida
simplesmente como é, aqui e agora? Ao lidar somente com o que “é”, aprendemos a
diferença entre responder e reagir.
Responder é
dar espaço a si mesmo para tratar uma questão com a seguinte mentalidade: “Há
algo nesta situação que eu possa mudar? ” Reagir — como já sugere a palavra: Reagir
— é agir, novamente, de forma instintiva e defensiva, julgando e impondo nossas
ideias sobre como as coisas “deveriam” ser. Veja que há uma enorme diferença
entre as duas. Responder é aceitar, buscar alternativas e se adaptar. Reagir é
resistir, culpar e se desgastar. Podemos nos afastar de um relacionamento ou
tentar acertar as coisas com determinada pessoa, mas algo precisa estar claro:
a escolha é sempre nossa.
Após algum
tempo “aceitando as coisas como elas são”, percebemos que deixar de culpar os
outros é a coisa mais libertadora que poderíamos ter feito. A partir de então,
assumimos total responsabilidade por nossas próprias vidas e paramos de
insistir para que os outros se moldem aos nossos desejos. Ao aceitar,
resgatamos a própria felicidade que tínhamos depositado nas mãos de outra
pessoa.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
CARRO MODERNO
CARRO FISIOLYMPICMOVEL
TUDO É POSSÍVEL - VEJA
SUCESSO E ESFORÇO
VEJA O FUTURO
"Mãe ensina filho a rezar (Orar)
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