sábado, 27 de setembro de 2014

NEGÓCIOS, SÃO NEGÓCIOS.

NEGÓCIO ACONTECEM SÓ NO BRASIL?... NÃO... ACONTECEM EM QUALQUER PARTE DO MUNDO, FUNCIONAM + OU - ASSIM:
BLUE EYES
VOCÊ SABE POR QUE OS SEUS OLHOS SÃO AZUIS?
Pessoas com olhos castanhos, verdes ou azuis sempre se perguntaram por que a cor dos olhos varia de um indivíduo para outro. Mas finalmente, a ciência encontrou a resposta para essa pergunta intrigante. Não há nenhuma dúvida que originalmente, o homem tinha olhos castanhos. Mas, há alguns 1000 (mil) ano atrás nasceu a primeira pessoa com olhos azuis. Essa pessoa trouxe uma mutação genética devido a um interruptor que desativou a capacidade de produzir olhos castanhos. Esta mutação afeta o gene OCA2 que codifica a Proteína P, que por sua vez regula a produção de melanina, o pigmento que dá cor à nossa pele, cabelo e olhos.
A mutação do gene reduz a produção de melanina na íris do olho que resulta na cor azul. De castanho para verde há uma grande variação na quantidade de melanina, no entanto, para quem tem os olhos azuis, a variação é muito pequena. Os cientistas da Universidade de Copenhague sugerem que pessoas com olhos azuis herdaram o mesmo interruptor exatamente no mesmo ponto de sua composição genética, sendo assim descendentes do primeiro ser humano com olhos azuis.
  • É um processo complexo que envolve vários genes até chegar ao resultado final. Do mesmo modo, há três elementos da íris que contribuem para dar cor aos olhos: a melanina do epitélio da íris, melanina da parte anterior da íris e a densidade do estroma da íris.
  • Além da melanina, outro pigmento que atua no processo é hipódromo.
  • Ainda há outros dois tipos de melanina envolvidos no processo que são a eumelanina que resulta no castanho escuro, e a feomelanina que resulta no castanho avermelhado.
  • Em todas as cores do olho, exceto para as condições anormais, o pigmento do epitélio da íris é sempre a eumelanina, aparecendo em grande quantidade.
  • Assim, a variação de cor dos olhos ocorre em princípio pelo pigmento da parte anterior da íris e de quanta luz o estroma é capaz de absorver de acordo com sua densidade.
E aí, qual a cor de seus olhos hein?
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·         Duvido você fazer isso!
UM OUTRO EXEMPLO DIFERENTE DE VER OS OLHOS DE PESSOA PARA PESSOA

Olhos coloridos: Porque algumas pessoas têm olhos azuis e outras não?

De todas as formas que compõem o rosto, sejam masculino ou feminino, os olhos é o que mais chama a atenção. Através do olhar é possível perceber sensações, prever reações, entender sentimentos e até mesmo transmiti-los. Um olhar diz muito mais do que imaginamos, talvez por isso os olhos chamem tanta atenção. Porém, além desse significado, os olhos são por si só, belos. Suas cores, formatos, desenhos. Nenhum é igual ao outro, diversas etnias possuem olhos diferentes, como os asiáticos, por exemplo. Uns são menores, outros maiores, uns possuem cílios volumosos, outros não, mas entre todas as diferenças, a que mais se destaca são as cores. Os olhos podem ter diferentes cores, em diferentes nuances e esse detalhe nunca passa despercebido.
Olhos de diferentes cores não só chamam a atenção, mas despertam a curiosidade. Muitas pessoas desejam saber por que o primo, o irmão ou o amigo possui olhos claros e outras pessoas, não. A alteração na cor dos olhos acontece devido a uma mutação nos genes, que altera a produção de melanina, quanto menos melanina a íris do olho possui mais clara ele será. A íris é a parte que dá cor aos olhos. Cores como castanho, cinza e verde possuem uma grande variação na quantidade de melanina.
Entretanto há uma curiosidade relacionada à cor azul. Por mais que a quantidade de melanina altere a cor dos olhos, especificamente a cor azul trata-se de uma mutação no gene OCA2 que produz a alteração na quantidade de melanina, porém essa variação é muito pequena. Um estudo realizado na Universidade de Copenhague, Dinamarca, afirma que essa mutação ocorreu há, aproximadamente, 10 mil anos atrás somente em uma pessoa e que, provavelmente, todas as pessoas que possuem olhos azuis têm, pelo menos, um ancestral em comum. Esse estudo foi feito com mais de 800 pessoas.
Além desse fenômeno, quando a distribuição de melanina não é extremamente uniforme, acontece a heterotrofia, que resulta em cores diferentes em cada um dos olhos. Há a heterotrofia que afeta toda a íris dos olhos, resultando em cada olho de uma cor; há quando um dos olhos, ou ambos, parece ter uma pincela de outra cor em sua íris e também há quando as cores se misturam dentro da íris, formando um degrade a partir do centro dos olhos. Esse fenômeno acontece, inclusive, com animais.
Os bebês podem nascer com olhos azuis e, aos poucos, se tornarem castanhos escuros ou mudarem de cor. Isso acontece porque os recém-nascidos ainda não têm a sua total quantidade de melanina. A cor dos olhos pode sofrer mudanças até os 2 anos de idade.
As mutações que resultam em cores diferentes são genéticas, por isso nem todos nascem com os olhos “coloridos”, realmente essa condição deixa os olhos encantadores e chamativos, porém cada olho possui um desenho especial, uma forma diferente, basta que cada pessoa saiba valorizar esse “detalhe” do rosto. - Para quem vê a vida de uma maneira diferente.
UMA PEQUENA HISTÓRIA MUITO INTERESSANTE - VEJA:
OLHOS DE OCEANO

Padre, bom dia, tudo bem com o senhor? Meu nome, talvez não seja tão importante quando a minha pequena história, mas nem sei por que estou aqui. Na verdade eu nem queria estar. Eu não sabia para onde ir, o que fazer como agir, que caminho tomar. Aconteceu tudo tão depressa, não deu tempo de me preparar para algo que me pegou tão de repente. Padre, eu vim aqui porque já não sabia o que fazer da minha vida, meu passado, meu presente, meu futuro, meu modo de agir e pensar mudaram, qual será o próximo passo? Não sei, por isso vim até aqui.
Desculpe-me, Padre, eu não sei nem por onde começar. Como uma devastadora e radical surpresa pudera acontecer nessa minha triste e pacata vida? Com um homem da minha idade? Padre, você não imagina o que isso pode representar para um homem de quarenta anos, que sempre viveu triste e solitário – PAUSA – Padre, eu sempre fui um homem que ninguém deu um centavo. Sempre cumpri minhas obrigações, fui um bom funcionário em todos os lugares que trabalhei, mas dentro de mim, a vida tinha outro sentido.
Eu não a via como as pessoas normas, do dia-a-dia veem. A vida pra mim sempre foi encarada como um percurso, que eu tinha que cumpri-lo obrigatoriamente, como num jogo de tabuleiro, onde você avança sempre uma casa com o intuito de chegar ao fim, e o fim, o senhor sabe qual é, não é mesmo, digníssimo Padre? Sim, é a morte. Porém eu não sabia que naquela curva do tabuleiro, nessa altura do jogo, quando cheguei nesta próxima casa, essa reviravolta aconteceria. A felicidade em minha vida era algo estranho em qualquer sentido, de qualquer forma que pudesse se materializar. Experimentar momentos, felizes e agradáveis, Padre? Eu não sabia, aliás, eu nunca soube o que foi isso - até então.
Eu sempre exigi demais de todo mundo, do mundo, de mim. Nunca foi fácil agradar-me, nunca consegui manter um relacionamento, quanto mais, morar com alguém? Esse gênio terrível, filho da puta, ariano desgraçado, detonava com qualquer perspectiva de felicidade que eu pudesse experimentar. É como quando aquele teu amigo, lá na infância, aquele teu amigo sacana que fazia de tudo pra te humilhar, mas que você, mesmo assim, ficava do lado dele, te oferecia um pirulito, e o direcionava em sua boca. Você morrendo de vontade, abria a boca e ia de encontro ao doce.
Quando sua língua mal e mal tocava na ponta do pirulito, quando você ia sentir se o sabor era de abacaxi, laranja, ou tutti-frutti, o sem-vergonha tirava o doce, saia correndo e ainda dizia que se você quisesse era pra comprar. Era exatamente assim, Padre, que o destino sempre fizera comigo. Toda vez que eu experimentava o gosto inicial da felicidade, quando eu ia descobrir de fato, que sabor ela tinha, o meu amigo destino tirava todo e qualquer doce que pudesse haver em meu redor.
Minha história pode ser conhecida também como Felicidade Passageira. Tudo o que eu gostei, ou mesmo que realmente amei, me foi tirado. Fui privado de conviver com quem ou com o que eu sempre amei. Uma sina. Um carma. E assim eu vivia. Toda felicidade que experimentava tinha que ser comprada. E a que eu mais comprava se vendia em carteiras, num posto de gasolina perto da minha casa. Eu chegava do trabalho do final da tarde e ia comprar uma carteira de felicidade, com vinte doses, que eu sabia que duraria até no dia seguinte no mesmo horário. E hoje, Padre?
Hoje eu continuo sendo o mesmo homem de vinte anos atrás, que sempre viveu frustrado, que sonhou em ter uma vida maravilhosa, que se imaginava nos romances do Erico Verissimo e, no entanto, não só sentia na pele, mas vivia como os personagens de Bukowski – perdedores, rotos, desviados, inconsequentes, transviados. Oh Padre, santíssimo homem. Sei que não deveria estar aqui, mas aqueles olhos azuis me forçaram.
Padre, eu nunca havia visto nada daquele jeito, eu trabalhava num dia normal, escondido dentro de mim mesmo, afugentando toda e qualquer perspectiva de felicidade gratuita. Infelizmente essa barreira havia se criado em mim inconscientemente, e então, eis que surge aquele par de olhos azuis. Azuis tão claros que me remeteram imediatamente às águas das Ilhas Phi Phi, na Tailândia.
Olhos que me puxaram para dentro de um oceano calmo e profundo e me mataram. Olhos que quando me olharam, assim trivialmente, como se não quisessem algo em troca, e de fato não queriam, me fizeram esquecer tudo que eu havia vivido até então. Apenas um olhar banal, como quem passa por você na rua e te olha apenas para desviar, pra não esbarrar em ti. Um olhar assim, despreocupado, inocente, que foi capaz de me fazer sentir as sensações de prazer, amor e felicidade que eu não sentia desde criança quando minha avó me pegava no colo e ficavam horas passando as mãos nos meus cabelos.
Aquele olhar aqueceu meu peito, esquentou o fundo do meu estômago. Juntou num só olhar a lembrança de duas pessoas que eu verdadeiramente amei e perdi para o destino. Padre, eu fecho meus olhos e vejo aqueles. Azuis, turquesa, claros, inocentes, transparentes. Padre, eu não sei o que fazer Padre. Aqueles olhos levaram consigo a minha vida e tudo o que eu fosse fazer dela daqui pra frente. Eu preciso da tua luz, santo homem.
O destino prega peças e ele selou com um beijo em meus lábios essa amarga situação. Padre, esses olhos azuis me remetem aos momentos mais felizes que eu vivi até hoje, mesmo aqueles, que eu nunca vivi, mas que sempre idealizei. Padre, esses olhos me pegaram pela mão e me mostraram o que é amar e, no entanto, isso é completamente impossível para mim. Pra mim!  Amar foge a regra geral que impus em minha vida. E isso já foi determinado há muitos anos. Padre, esses olhos azuis assinaram minha certidão de óbito. Padre, amar assim é impossível. Padre, eu me apaixonei por um menino de treze anos! 

ALICE NO PAÍS DAS NÃO-MARAVILHAS

OLHOS AZUIS
Olhos charmosamente insones e versões entre quase inocentes, românticos e até sexys. O chão havia sumido dos meus pés e eu caia. Eu não queria acreditar que meu fim seria assim. Sempre imaginei um tiro, um infarto, sei lá; no entanto, o ar esvaia-se do meu peito e dele saia também o maior dos gritos de horror. Não por medo da morte, mas sim da queda, da dor.
Meu medo era o de sentir os ossos esfacelando-se contra o chão. O crânio sendo partido, assim como, um abacate que cai do galho mais alto, os miolos espalhados ao redor, tal qual a massa verde e gordurosa que se espalha com a queda. Meu peito dava sinais de explodir. Imaginei o ataque cardíaco antes da queda.
Eu era tragado pelo buraco infinito e sabia que algo estava me comendo vivo, me engolindo. É um tanto curioso você remar, remar, enfrentar tempestades, enfrentar milhares de demônios todos os dias pra no fim morrer afogado. A água vai entrando pelas vias respiratórias e uma forte vontade de vomitar aparece.
Dona Morte bate à porta e você, solicito e bem educado convida-a para entrar, sentar e tomar um chá. Lentamente ela bebe todo o chá e junto com ele, seu sangue, seus órgãos, sua vida. E nesse momento, enquanto eu caia nesse imenso buraco, eu me assentava numa linda e imensa mesa branca, que estava arrumada para seis convidados. Sobre ela havia um delicado jogo de chá, branco com listras douradas.
Na ponta da mesa, tal qual o Chapeleiro Maluco da Alice, a morte me encarava. Não pense na morte como um esqueleto com uma capa sobre si e uma foice. Esqueça. A morte era uma jovem moça loira, cabelos sedosos e presos num coque bem no alto da cabeça. Tinha olhos azuis, boca carnuda, dentes alvos e retos, pele de cera. Parecia ter saído de um afresco renascentista. Muito pálida, com o olhar vivo e aguçado ela me encarava. Estava tomando seu chá e fumava. Sempre me olhando. E eu estava ali pensando que tudo não passava de um sonho. Os outros quatro lugares da mesa estavam ocupados por um coelho que seria branco se não estivesse sujo, com grandes olheiras e olhar trincado.
Ao seu lado estava sentado um palhaço com chapéu de Pierrô, com roupas extremamente coloridas e fitas também coloridas que pendiam de toda a roupa. Tinha um olhar sinistro, agressivo, que não condizia nenhum pouco com a maquiagem e a roupa alegre que usasse. Olhei para meu lado esquerdo e levei um susto.
Ao meu lado estava sentada uma senhora, de uns setenta anos talvez, completamente nus. Tinha os cabelos alvos como a neve e o corpo extremamente enrugado. Com cara de poucos amigos, talvez nem sequer um, ela passava manteiga numa torrada. Ao seu lado estava sentado um homem, de uns trinta anos, cabelo penteado pra trás.
Vestia um terno preto extremamente adequado ao seu corpo e medidas. Talvez feito sob medida só pra ele e mais ninguém. Todos muito envolvidos com seus pensamentos miravam a xícara a frente. Vez ou outra bebiam o chá. A única que estava atenta em mim e continuava me encarando era a moça loira que estava exatamente em minha frente.
A mesa estava ao ar livre, num jardim muito confuso, com flores que eu não conhecia. Eu olhava na direção da moça e atrás dela enxergava o céu. Estava turvo, cinza. As nuvens dançavam uma espécie de coreografia ritmada, unindo-se uma às outras, vez em quando se soltando. Eu sabia que em breve, muito em breve, uma forte tempestade cairia. Tornei olhar para a mesa e sobre ela, bem no centro, estavam espalhadas muitas cartas de baralho. Estavam ali todos os naipes. Espada, copas, paus, ouros. O curioso é que ninguém parecia se dar conta do que acontecia.
As cartas se moviam como se fossem manipuladas com a ajuda de espíritos. Iam de um canto para o outro da mesa. As minhas mãos estavam estendidas sobre a mesa quando uma borboleta pousou sobre elas. Muito colorida e de aspecto surreal ela deixou cair um pequeno rolinho de papel. Feito isso, voou. Desenrolei o papel e vi pequenas letras juntas que formavam uma frase.
Aproximei o papel dos olhos e li: VOCÊ VAI MORRER! Ótimo! Eu ia morrer. Quem sabe eles que estavam ao redor da mesa achavam que iriam me prejudicar, ou me assustar com isso? Será que eles não sabiam que eu de fato queria morrer pra sumir desse mundo podre, cheio de regras, conveniências, padrões, cheio de gente que não deixa os seus semelhantes viverem em paz? Matando-me, me fazendo morrer, ou induzindo a morte, estavam mesmo era me fazendo um favor, uma vez, que eu era cagão demais para me suicidar. Quem deles daria o golpe de misericórdia? O coelho chapado? A velha sem-vergonha? Ou o galã de cinema? Quem sabe o palhaço? Eu não saberia dizer. Revirei meus bolsos, queria um cigarro.
Eu estava começando a gostar da situação, principalmente, porque me sentia parte de um novo filme do Tim Burton. Era hora de eu tomar as rédeas da situação e conduzir o jogo, mesmo que eu me fodesse, o que de fato, iria acontecer. Prendi o cigarro nos lábios e procurei pelo isqueiro. Não achei. A velha ao meu lado fuçou no meio das tetas murchas e enrugadas e de lá tirou o avio. Estranhei a atitude, mas prontamente acendi o cigarro. Dei uma funda tragueada e de minha boca saiu uma escura fumaça. Imediatamente fui acometido por um acesso de tosse e junto com ela expeli um pó preto, numa quantidade que cabia na palma da mão. Não senti dor.
Continuei fumando. Notei que um ruído se repetia por algum tempo já. Procurei ouvir com mais atenção pra saber de onde vinha. Atrás do imenso coelho, uma menina de uns dez anos, vestida com um vestido de renda branco, luvas até o cotovelo, trabalhava em um tear. Seguia sempre os mesmos movimentos sem olhar para os lados. Quando notou que estava sendo observada, ela parou o serviço e olhou diretamente pra mim.
Estava com os cabelos todos bagunçados, seus olhos pequenos estavam rodeados por olheiras gigantes. Ela sorriu e não mostrou nenhum dente na boca, apenas uma língua fina, amarelada e gengivas pálidas. Disse uma frase que não consegui compreender. Repetiu e então eu entendi: VOCÊ VAI MORRER. Como eu poderia lutar contra isso, uma vez, que tudo se encaminhava para esse fim? O que teria demais em morrer? Isso não acontece todos os dias milhares de vezes? Não se torna um processo natural da existência?
Na verdade morremos todos os dias, morremos quando vemos os sonhos escorrendo de nossas mãos, morremos quando nos sentimos impotentes diante de uma situação que teríamos perfeitas condições de resolver, morremos quando somos direcionados à alguma coisa que não condiz com a nossa vontade. Morremos quando vemos injustiça, morremos quando a esperança é apenas uma miragem. Morremos quando num momento temos tudo, e no segundo seguinte não temos mais porra nenhuma. Morremos porque a vida é também um monte de merda que nos fode dia a dia. Parei de divagar quando um forte vento soprou em nossa direção e espalhou todas as cartas de baralho ao redor da mesa.
A menina saiu do tear e serviu novamente a xícara de todos, inclusive a minha. Era um líquido verde, quase cristalino, que permitia enxergar o fundo da xícara. Dei mais uma tragada e bebi o chá de um gole só. Arrotei. Foi a melhor bebida que havia tomado em toda minha vida. Larguei o toco do cigarro dentro da xícara. Levantei. Trovões e relâmpagos de todas as cores agora invadiam o ambiente. Gordos morcegos transparentes, cheios de sangue, voam ao nosso redor. Senti um perfume doce, enjoativo, entrar pelas minhas narinas.
O vômito foi imediato. Vomitei o que parecia ser um doce de morango, era pegajoso, consistente, doce, como o perfume. Quando acabei e me ergui, a menina estava próxima do vômito e com o dedo indicador provava o liquido que eu havia vomitado. Todos continuavam sentados, imóveis, mas bebendo o chá. A moça loira à minha frente, ainda não tinha desgrudado os olhos de mim.
A chuva começava cair e ninguém parecia se importar com isso. A impressão é que todos cumpriam um papel, seguíamos um roteiro dum filme, onde as ações eram todas premeditadas, ensaiadas, cadenciadas. A água escorria sobre o meu rosto e empapava minha roupa. Tentei bebê-la na esperança de amenizar o gosto de morango azedo da boca. O que me pareceu um raio, acertou em cheio o centro da mesa, dividindo-a em duas. Abaixo dela estava um delicado e nada modesto caixão. Forrado com um tecido macio, alças de ouro e com design moderno. Soube desde o primeiro momento que aquele seria o meu caixão.
O palhaço saiu de onde estava se colocou atrás de mim, o coelho se posicionou ao lado. O homem de terno saiu do seu lugar e veio até mim. Segurou-me a cabeça, pegou-me pela nuca e me beijou calorosamente. A barba dele roçava meu rosto, me machucando. Parou de me beijar e ergueu minha cabeça, fazendo com que minha boca ficasse aberta. Ao longe uma música clássica tocava. Violinos, sim eram violinos.
O palhaço soprou um pó colorido sobre meu rosto e depois cuspiu dentro da minha boca uma espécie de gel gosmento que engoli no mesmo instante. Direcionou meu rosto para o coelho que fumava um baseado. Tragueou profundamente e soprou a fumaça diretamente dentro do meu pulmão. A velha ergueu-se, tirou a dentadura e deixou-a sobre a mesa. Veio até mim. Abriu meu zíper e me chupou. Quando acabou, os quatro me ergueram.
O palhaço e o moço-bonito me pegaram nos braços e a velha e o coelho nos pés. Sons de helicóptero sobrevoando tomavam conta no ar. Parecia que uma esquadrilha de helicópteros estava sobre nós. No entanto não víamos sequer um. Deitaram-me no caixão. Soltaram-me. E eu não resisti, nem por um segundo.
Eu havia cansado de viver. Eu era demente ao extremo, não era compatível com o mundo. Eu queria demais, ou não queria nada. Pessoas como eu, que admiram o errado, que se atrai pela psicose, que amam os espíritos, que convivem com o sobrenatural, que não veem graça no mundo atual, simplesmente não combinam com ele.
A moça loira levantou-se, foi até o caixão. Trazia consigo um copo transbordando de um líquido vermelho. Sangue. Bebeu o equivalente a metade. Chegou até mim, ergueu minha cabeça e me fez beber o resto. Tomei. Um gosto agridoce misturado com ferrugem. Com o maior dos cuidados ela deitou novamente minha cabeça. Vi que tinha um acessório pontiagudo no dedo indicador e assim aproximava-o do meu pescoço.
Senti aquele troço afiado rasgar minha pele. Senti minha veia sendo furada e dela jorrar um farto jato de sangue. A dor era imensurável. Apoiou o copo abaixo do corte e eu vi meu sangue se acumular dentro do recipiente. Ela aproximou-se do meu rosto, lambeu a ferida no pescoço e com a boca lambuzada de sangue me beijou. Afastou-se de mim e apareceu com o que parecia ser um rolo. E era. Desenrolou um pedaço do que me aparentava ser um plástico filme, só que mais resiste, e aproximou de mim.
Encostou o plástico sobre o meu rosto e me sufocou. Eu tentava me debater, mas oito mãos me seguravam. Eu estava sendo morto. Imediatamente me vi novamente na queda livre. Todos eles, o lugar, o jogo de chá, tudo sumiu. Eu caia esperando pelo momento que me espatifaria do chão. Quando eu menos esperava o encontro aconteceu. Fui de cheio ao chão. E então morri. Morri, mas todos os dias eu ressuscito às seis da manhã, junto todas as partes do meu corpo despedaçadas pela queda, encaixo elas umas nas outras e saio para trabalhar.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

UM ANJO SALVA A VIDA DE UM BEM-TE-VI

ESTAVA NO ESTADO DE ÓBITO (PASSARINHO - BEM-TE-VI)) DENTRO DA PISCINA E FOI SALVO POR UM ANJO NA TERRA
VEJA - IMPRESSIONANTE
Passarinho (Bem-te-vi) afogado é reanimado com respiração “boca-a-bico” em Londrina 
Depois de realizar massagem cardíaca e respiração “boca-a-bico”, o animal começa a dar os primeiros sinais de vida.
VEJA O VÍDEO
Homem ressuscita bem-te-vi com respiração "boca a bico". Alessandro Sambatti viu o animal (Passarinho) desacordado e resolveu aplicar também a famosa técnica de massagem cardíaca. O mais incrível deste Vídeo é que a cada tentativa (Insistência), a ave reanimar.
Um morador de Londrina compartilhou o vídeo de um salvamento inusitado e conquistou diversos admiradores nas redes sociais. Alessandro Sambatti morador do município da região Norte do Paraná, registrou o resgate de um filhote de bem-te-vi, que se afogava na piscina de sua residência. Após retirá-lo da piscina, o homem dá início ao processo de reanimação do passarinho. Depois de realizar massagem cardíaca e respiração “boca-a-bico”, o animal começa a dar os primeiros sinais de vida. “O pássaro estava no estado de óbito dentro da piscina”, afirma Alessandro.
Logo em seguida, ele seca as penas da ave com um secador e o leva de volta ao pátio da casa para que seja resgatado pela mãe. Uma observação: Creio que o Bem-te-vi já faz parte da família, mesmo porque a natureza reconhece o bem mais precioso do ser humano aqui na terra.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

MARATONA DE BOSTON (EUA)

EU VOU PARTICIPAR DA MARATONA DE BOSTON
MEU NOME É WASHINGTON LIMA/RN - FUNDISTA
A MARATONA + TRADICIONAL DO PLANETA - 41 MIL ATLETAS DE TODO MUNDO
REGISTRATION FOR THE 2014 BOSTON MARATHON BEGINS OS MONDAY. SEPTEMBER 9
Field size expanded to 36,000 official entrants for the 118th running of event
Registration for the 2014 Boston Marathon will open on Monday, September 9, 2013 at 10:00 a.m. ET. The B.A.A Will use the same process to register qualified runners as it used in the 2012 and 2013 Marathon, allowing the fastest qualifiers to register first.
AGE GROUP
MEN
WOMEN
18-34
3hrs 05min 00sec
3hrs 35min 00sec
35-39
3hrs 10min 00sec
3hrs 40min 00sec
40-44
3hrs 15min 00sec
3hrs 45min 00sec
45-49
3hrs 25min 00sec
3hrs 55min 00sec
50-54
3hrs 30min 00sec
4hrs 00min 00sec
55-59
3hrs 40min 00sec
4hrs 10min 00sec
60-64
3hrs 55min 00sec
4hrs 25min 00sec
65-69
3hrs 10min 00sec
4hrs 40min 00sec
Inscrições de para a Maratona de Boston de 2014, Que se Realiza a 19 de Abril, Abrem na Próxima 22 ª feira, dia 9 de Setembro. E PODEM SER feitas através fazer site oficial da prova A Edição de 2014, Conta com 36 mil vagas, Sendo Que o Registo E Feito através de ritmo oficial, Como se vê na Imagem Acima, seguindo como seguintes Regras (text in Inglês Retirado fazer sítio da Organização): Inscrição ocorrerá em um "rolling admissão" programação, começando com os eliminatórios mais rápidos.
Segunda-feira, 09 de Setembro de corredores elegíveis que tenham cumprido o padrão de qualificação para a sua idade e sexo por 20 minutos ou mais podem se registrar. Na quarta - feira, 11 de setembro, às 10h00 ET, se ainda sobrar espaço, a inscrição será aberta para aqueles que tenham cumprido o seu nível de qualificação por 10 minutos ou mais.
Se ainda sobrar espaço, o registro será aberto na sexta-feira 13 setembro, às 10h00min horas ET para aqueles que tenham cumprido o seu nível de qualificação por cinco minutos ou mais. Registro será encerrado sábado, 14 de setembro às 10h00min espaço ET. If permanece após a primeira semana de inscrição (segunda-feira, 9 set até sábado, 14 de Setembro), em seguida, o registro será reaberto para todas as eliminatórias de segunda - feira, 16 de setembro às 10h00min ET a sexta, 20 de Setembro às 17:00 ET. Se o espaço permanece após este período inicial, em seguida, em segunda-feira 23 de setembro de inscrição será reaberto para qualquer pessoa que atenda aos padrões de qualificação. As inscrições permanecerão abertas até o tamanho máximo do campo é reached. Nada Fácil! Sândalo dos Leitores Vai inscrever-se?

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Atos e Fatos históricos no MUNDO - Manifestos e outros.

MANIFESTOS E VANDALISMO
Dilma diz que do lado humano, receberá manifestantes e anuncia pacto com governadores de algumas Cidades do Brasil.
MANIFESTO PACÍFICO - CACHOEIRINHA RS - 21-06-2013
Em pronunciamento na TV, a nossa ilustríssima Presidente condenou violência nos protestos. Segundo ela, dinheiro aplicado na Copa de 2014 é financiamento e será devolvido.
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (21/06/2013), durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, que vai elaborar um Plano Nacional de Mobilidade Urbana que privilegie o transporte público e outros. Ela também disse que receberá "líderes das manifestações pacíficas" e que conversará com governadores e prefeitos das principais cidades para elaborar um pacto para a melhoria dos serviços públicos.
O pronunciamento é uma resposta à série de manifestações desta semana em mais de 140 cidades do país. Dilma passou o dia discutindo com ministros e assessores a conveniência de fazer o pronunciamento, gravado no final da tarde (saiba como foi à repercussão no meio político).
Vou convidar os governadores e os prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos. O foco será: primeiro, a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que privilegie o transporte coletivo; segundo, a destinação de 100% dos recursos do petróleo para a educação; terceiro, trazer de imediato, milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do SUS".
A presidente afirmou que se reunirá com as lideranças das manifestações e com representantes de movimentos sociais (Pacíficos).
"Anuncio que vou receber os líderes das manifestações pacíficas, os representantes das organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores, das associações populares. Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências. De sua energia e criatividade, de sua aposta no futuro e de sua capacidade de questionar erros do passado e do presente."

Artistas e movimentos lançam vídeo-manifesto contra violência policial em SP

Violência
No pronunciamento, a presidente condenou o vandalismo e as depredações registradas em várias das manifestações e criticou a "minoria violenta e autoritária" que danificou prédios públicos.
"O governo e a sociedade não podem aceitar que uma minoria violenta e autoritária destrua o patrimônio público e privado, ataque templos, incendeie carros, apedreje ônibus e tente levar o caos, aos nossos principais centros urbanos", afirmou Dilma.
Segundo ela, essa violência "envergonha o Brasil", é resultado da ação de uma "pequena minoria" e não pode "manchar um movimento pacífico e democrático".
"Todas as instituições e órgãos de segurança pública devem coibir, dentro dos limites da lei, toda forma de violência e vandalismo", determinou. "Com equilíbrio e serenidade, porém, com firmeza, vamos continuar garantindo o direito e a liberdade de todos."
A presidente reiterou que o governo está ouvindo as "vozes" das ruas, mas não vai transigir com a violência. "Asseguro a vocês: vamos manter a ordem".
"Eu quero repetir que o meu governo está ouvindo as vozes democráticas que pedem mudança. Eu quero dizer a vocês que foram, pacificamente, às ruas: eu estou ouvindo vocês! E não vou transigir com a violência e a arruaça."
Corrupção
Sobre corrupção, um dos temas mais frequentes nos cartazes de manifestantes nos protestos, a presidente afirmou que o país necessita de "formas mais eficazes" para combater o problema. "A mensagem direta das ruas é pacífica e democrática. Ela reivindica um combate sistemático à corrupção e ao desvio de recursos públicos. Todos me conhecem. Disso eu não abro mão", declarou.
Ela disse que Lei de Acesso à Informação, que obriga governos e órgãos públicos a fornecer informações solicitadas pelos cidadãos, deve ser expandida.
“A Lei de Acesso à Informação, sancionada no meu governo, deve ser ampliada para todos os poderes da República e instâncias federativas”. Ela é um poderoso instrumento do cidadão para fiscalizar o uso correto do dinheiro público. Aliás, a melhor forma de combater a corrupção é com transparência e rigor.
Copa do Mundo
A presidente justificou os gastos com a Copa do Mundo, um dos principais motivos de protesto dos manifestantes, que reivindicavam a aplicação em saúde e educação do dinheiro gasto com a construção de estádios.
"Em relação à Copa, quero esclarecer que o dinheiro do governo federal, gasto com arenas, é fruto de financiamento que será devidamente pago pelas empresas e governo que estão explorando estes estádios. Jamais permitiria que esses recursos saíssem do orçamento público federal, prejudicando setores prioritários como a saúde e a educação", afirmou.
Reforma política
A presidente classificou de "equívoco" a palavra de ordem dos manifestantes contra a presença de representantes de partidos políticos nas manifestações: "Sem partido". Nesta sexta, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) já havia afirmado que "sem partido, no fundo, é ditadura".
"Quero contribuir para a construção de uma ampla e profunda reforma política, que amplie a participação popular. É um equívoco achar que qualquer país possa prescindir de partidos e, sobretudo, do voto popular, base de qualquer processo democrático. Temos de fazer um esforço para que o cidadão tenha mecanismos de controle mais abrangentes sobre os seus representantes", disse.
Segundo ela, "é a cidadania, e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar". "Precisamos oxigenar o nosso sistema político. Encontrar mecanismos que tornem nossas instituições mais transparentes, mais resistentes aos malfeitos e acima de tudo mais permeáveis à influência da sociedade", afirmou.
Leia abaixo a íntegra do depoimento da presidente.
Minhas amigas e meus amigos, todos nós, brasileiras e brasileiros, estamos acompanhando, com muita atenção, as manifestações que ocorrem no país. Elas mostram a força de nossa democracia e o desejo da juventude de fazer o Brasil avançar. Se aproveitarmos bem o impulso desta nova energia política, poderemos fazer melhor e mais rápido, muita coisa que o Brasil ainda não conseguiu realizar por causa de limitações políticas e econômicas.
Mas, se deixarmos que a violência nos faça perder o rumo, estaremos não apenas desperdiçando uma grande oportunidade histórica, como também correndo o risco de colocar muita coisa a perder. No papel de mulher, como presidente, eu tenho a obrigação tanto de ouvir a voz das ruas, como dialogar com todos os segmentos, mas tudo dentro dos primados da lei e da ordem, indispensáveis para a democracia.
O Brasil lutou muito para se tornar um país democrático. E também está lutando muito para se tornar um país mais justo. Não foi fácil chegar aonde chegamos, como também não é fácil chegar onde desejam muitos dos que foram às ruas. Só tornaremos isso realidade se fortalecer a democracia – o poder cidadão e os poderes da República.
Os manifestantes têm o direito e a liberdade de questionar e criticar tudo, de propor e exigir mudanças, de lutar por mais qualidade de vida, de defender com paixão suas ideias e propostas, mas precisam fazer isso de forma pacífica e ordeira.
O governo e a sociedade não podem aceitar que uma minoria violenta e autoritária destrua o patrimônio público e privado, ataque templos, incendeie carros, apedreje ônibus e tente levar, o caos aos nossos principais centros urbano.
Essa violência, promovida por uma pequena minoria, não pode manchar um movimento pacífico e democrático. Não podemos conviver com essa violência que envergonha o Brasil. Todas as instituições e os órgãos da Segurança Pública têm o dever de coibir, dentro dos limites da lei, toda forma de violência e vandalismo. Com equilíbrio e serenidade, porém, com firmeza, vamos continuar garantindo o direito e a liberdade de todos. Asseguro a vocês: vamos manter a ordem.
- Brasileiros,
As manifestações dessa semana trouxeram importantes lições: as tarifas baixaram e as pautas dos manifestantes ganharam prioridade nacional. Temos que aproveitar a vigor destas manifestações para produzir mais mudanças, mudanças que beneficiem o conjunto da população brasileira. A minha geração lutou muito para que a voz das ruas fosse ouvida. Muitos foram perseguidos, torturados e morreram por isso. A voz das ruas precisa ser ouvida e respeitada, e ela não pode ser confundida com o barulho e a truculência de alguns arruaceiros.
Sou a presidenta de todos os brasileiros, dos que se manifestam e dos que não se manifestam. A mensagem direta das ruas é pacífica e democrática. Ela reivindica um combate sistemático à corrupção e ao desvio de recursos públicos. Todos me conhecem. Disso eu não abro mão.
Esta mensagem exige serviços públicos de mais qualidade. Ela quer escolas de qualidade; ela quer atendimento de saúde de qualidade; ela quer um transporte público melhor e a preço justo; ela quer mais segurança. Ela quer mais. E para dar mais, as instituições e os governos devem mudar.
Irei conversar, nos próximos dias, com os chefes dos outros poderes para somarmos esforços. Vou convidar os governadores e os prefeitos das principais cidades do país para um grande pacto em torno da melhoria dos serviços públicos.
O foco será: primeiro, a elaboração do Plano Nacional de Mobilidade Urbana, que privilegie o transporte coletivo. Segundo, a destinação de cem por cento dos recursos do petróleo para a educação. Terceiro, trazer de imediato, milhares de médicos do exterior para ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde, o SUS.
Anuncio que vou receber os líderes das manifestações pacíficas, os representantes das organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores, das associações populares. Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências, de sua energia e criatividade, de sua aposta no futuro e de sua capacidade de questionar erros do passado e do presente.
- Brasileiros,
Precisamos oxigenar o nosso sistema político. Encontrar mecanismos que tornem nossas instituições mais transparentes, mais resistentes aos malfeitos e, acima de tudo, mais permeáveis à influência da sociedade. É a cidadania, e não o poder econômico, quem deve ser ouvido em primeiro lugar. Quero contribuir para a construção de uma ampla e profunda reforma política, que amplie a participação popular.
É um equívoco achar que qualquer país possa prescindir de partidos e, sobretudo, do voto popular, base de qualquer processo democrático. Temos de fazer um esforço para que o cidadão tenha mecanismos de controle mais abrangentes sobre os seus representantes.
Precisamos muito, mas muito mesmo, de formas mais eficazes de combate à corrupção. A Lei de Acesso à Informação, sancionada no meu governo, deve ser ampliada para todos os poderes da República e instâncias federativas. Ela é um poderoso instrumento do cidadão para fiscalizar o uso correto do dinheiro público. Aliás, a melhor forma de combater a corrupção é com transparência e rigor.
Em relação à Copa, quero esclarecer que o dinheiro do governo federal, gasto com as arenas é fruto de financiamento que será devidamente pago pelas empresas e os governos que estão explorando estes estádios. Jamais permitiria que esses recursos saíssem do orçamento público federal, prejudicando setores prioritários como a Saúde e a Educação.
Na realidade, nós ampliamos bastante os gastos com Saúde e Educação, e vamos ampliar cada vez mais. Confio que o Congresso Nacional aprovará o projeto que apresentei para que todos os royalties do petróleo sejam gastos exclusivamente com a Educação.
Não posso deixar de mencionar um tema muito importante, que tem a ver com a nossa alma e o nosso jeito de ser. O Brasil, único país que participou de todas as Copas, cinco vezes campeão mundial, sempre foi muito bem recebido em toda parte. Precisamos dar aos nossos povos irmãos a mesma acolhida generosa que recebemos deles. Respeito, carinho e alegria, são assim que devemos tratar os nossos hóspedes. O futebol e o esporte são símbolos de paz e convivência pacífica entre os povos. O Brasil merece e vai fazer uma grande Copa.
- Minhas amigas e meus amigos brasileiros,
Eu quero repetir que o meu governo está ouvindo as vozes democráticas que pedem mudança. Eu quero dizer a vocês que foram pacificamente às ruas: eu estou ouvindo vocês! E não vou transigir com a violência e a arruaça. Será sempre em paz, com liberdade e democracia que vamos continuar construindo juntos este nosso grande país.
A nossa ilustríssima Presidente Dilma Rousseff, afirma que o nosso Brasil é considerado um país totalmente Democrático, que na grande verdade e concepção, não é. Quando Brasil era escrito com Z, era tudo maravilhoso aparentemente aos olhos dos brasileiros. Haveria menos Corrupção e menos Partidos, na época do QUARTO-CENTENÁRIO NA DÉCADA DE 60.
Eu no papel de estudante de jornalismo, dentro das minhas atribuições legais que me são colocadas a cada segundo na minha humildade residência familiar e na Universidade e com meus poucos amigos é muito difícil de acreditar que uma MULHER Presidente do maior escalão (Topo), “de mandar e desmandar” do melhor país do MUNDO, principalmente nas misturas de raças e religiões, cumprir esta TEMÁTICA do século XX. Acredite se quiser. Só acredito vendo.
Tem muita gente criticando os vereadores da nossa cidade, os chamando de porcos e porquinhos, sem considerar o fato de que eles todos foram eleitos e consequentemente empossados como consequência da vontade popular. Todos são vereadores porque obtiveram votos para tanto. Nenhum foi imposto no cargo por decreto presidencial, ou judicial.
Nenhum se tornou vereador por ganhos hereditários, metafísicos, ou procedências semelhantes. Todos são provenientes dos resultados das urnas eleitorais. Consequentemente, todos os nossos vereadores, bons e ruins, são efeitos cujas causas são os eleitores. E estes não podem simplesmente reclamar, pois geraram seus próprios algozes serpentes venenosas.
Os vereadores ruins são decorrências das escolhas ruins dos seus próprios eleitores. Ou será que alguém se enganaria com um candidato com apelido de Porquinho? Ou serão que alguém ousaria esperar algo de bom de vereadores com três, quatro mandatos sem jamais ter feito nada para melhorar a qualidade de vida das pessoas, que não fossem pertencentes as suas próprias arvores genealógicas?
Errou-se bastante em votar em promessas que nunca poderiam ser cumpridas. E para se eleger há candidato que promete tudo o que existe de mais estapafúrdio e irreal. Vereador nenhum pode cumprir promessa de resolver problemas que dependem de vultosos recursos, que nem prefeito e governador possuem. Para melhor exemplificar, trago à baila promessas de despoluir o rio fétido, trazer indústrias, encher a cidade de viaturas policiais e construir hospitais e escolas.
Não é esta a função de um vereador, embora ele possa pleitear que os governantes assumam suas responsabilidades nestas demandas. Mas também não cabe a vereador se rebaixar a insignificância de mandatos inúteis e vexatórios. Vereador não pode ser parasita e corrupto. Eleitor não deve permanecer votando em candidato que dão sinais de que serão medíocres imprestáveis e desonestos. E este é o momento propício para varrer essa corja suja do cenário político. Tiremos os porcos para que eles não façam da Câmara uma pocilga. 
                                                                    FATOS REAIS
 
Crise, fome, desemprego e pobreza: dificuldades de um país que abandona o Estado de bem-estar Social com uma enorme desigualdade em sua população.
O resultado de tal postura foi uma catástrofe generalizada, com a perda do poder aquisitivo salarial e o abandono das necessidades dos cidadãos brasileiros. Após oito anos de governo, constatou-se que os pais continuava com a maioria de sua população semianalfabeta, subnutrida e miserável, além da invasão do capital estrangeiro especulativo nas finanças públicas.
O atual governo de Luís Inácio Lula da Silva mantém, desde a campanha presidencial, a bandeira do combate à desigualdade social. O governo busca, ao mesmo tempo, a retomada do crescimento econômico e a redistribuição de renda. No entanto, o que o país vem presenciando é uma continuação da política neoliberal de FHC, vide a Reforma da Previdência.
Segundo Weffort (1992), uma Democracia social pressupõe uma classe trabalhadora muito bem organizada, um alto grau de consenso a respeito das questões decisivas para o desenvolvimento social e econômico do país e uma sociedade com capacidade de planejamento. Além disso, um regime social democrata pressupõe uma sociedade integrada, na qual existem as possibilidades de políticas redistributivas beneficiarem os que estão dentro, integrados.
Neste regime não existem políticas redistributivas para marginalizados. No entanto, como já foi dito, cerca da metade da população brasileira é marginalizada, e atualmente, o Estado não é capaz de distribuir nem mesmo para os que já estão integrados.
Francisco Weffort, em 1992, classificou a Democracia brasileira como uma Democracia de conflito, com uma sociedade muito desorganizada e dividida entre integrados e marginalizados. Na época, enfatizou que, para consolidar a Democracia, era preciso fazê-la a partir das bases populares, promovendo a capacidade de organização democrática e luta social, particularmente entre os segmentos mais pobres. Quanto maior a participação popular, menor a distancia entre liberdade política e igualdade social.
Após, mais de vinte anos é evidente que ainda estamos numa Democracia de conflito, e, assim como apontava Tocqueville, o caminho para uma sociedade igualitária esteja mesmo nas associações civis, populares, onde cada conjunto consiga experienciar uma Democracia.
                                BOMBAS SOBRE BOMBAS
PMS revoltados usa bombas de gás para afastar manifestantes de estádio em Brasília
Centenas iniciaram ato na Rodoviária e seguiram para o Estádio Nacional. Eles se aproximaram do acesso de torcedores para o jogo Brasil e Japão.
Polícia faz cordão de isolamento para impedir passagem de manifestantes no Eixo Monumental de Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo)
Policiais militares do Distrito Federal recorreram a bombas de gás, tiros de balas de borracha e spray de pimenta para tentar dissolver uma manifestação de protesto na manhã deste sábado (15), em Brasília, contra os gastos para a realização da Copa das Confederações no país.
Com cartazes, eles foram inicialmente barrados pela Polícia Militar, mas conseguiram chegar próximo ao acesso de torcedores ao Estádio Nacional Mané Garrincha, onde neste sábado Brasil e Japão fazem a abertura da competição.
Fumaça de bomba de gás lacrimogênio que explodiu entre manifestantes
Às 12h45, em entrevista à TV Globo, o comandante da Polícia Militar, Joziel Freire, afirmou que a manifestação estava contida. "Neste momento, temos a situação sob controle. Todos os manifestantes estão contidos em espaço determinado", declarou. Segundo o comandante, "no processo de negociação e no uso progressivo da força", os manifestantes foram se dispersando.
"Quando nós chegamos aqui, ao nosso último ponto de bloqueio, onde não existia mais possibilidade de progressão da parte deles, aplicamos todos os equipamentos que estão sendo aplicados desde a subida da rodoviária. Aqui, é limite para eles, e eles já compreenderam isso", disse Joziel Freire. O protesto teve início no piso inferior da estação rodoviária do Plano Piloto.
Os manifestantes seguiram em marcha para o Estádio Nacional Mané Garrincha. Eles chegaram a derrubar uma proteção de metal colocada pelo DETRAN para impedir a passagem de carros.
Alguns usavam máscaras. Ao lado da Torre de TV, próximo ao estádio Nacional, os manifestantes foram barrados por um cordão de isolamento da polícia. Eles correram para o gramado a fim de contornar a barreira policial.
Depois, conseguiram se aproximar dos portões do estádio na hora em que foram abertos para a entrada de torcedores. Homens da tropa de choque fizeram nova barreira para impedir a passagem dos manifestantes.
Os manifestantes conseguiram passar por dois cordões da Polícia Militar e outro do Batalhão de Choque, além de várias barreiras físicas. A PM disparou dois tiros de borracha na altura do Eixo Monumental e um terceiro em frente ao estádio. 
Depois da abertura dos portões aos torcedores com ingressos, um grupo da Cavalaria da Polícia Militar se posicionou na área de estacionamento, em frente aos acessos do estádio, para auxiliar no bloqueio aos manifestantes.
Manifestante é socorrido por colegas depois de ter sido atingido por spray de pimenta lançado por policiais
Às duas horas e meia (14h: 30 min) do início da partida, os homens da Cavalaria e os policiares militares a pé fechavam um cerco por todos os lados a fim de isolar os manifestantes dos demais torcedores.
A torcedora Lúcia Araújo foi para o estádio assistir ao jogo com a família, mas teve dificuldade para entrar na arena porque a polícia ainda não sabia como iria liberar a entrada. "Se eles não derem um jeito, engrosso o coro", disse Lúcia. "Acho a manifestação válida", afirmou.
"Manifestações são permitidas no nosso país, que é um país democrático, desde que não comprometam a segurança da população e o sucesso de grande evento", disse O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar.
Vídeo mostra PMS agredindo e prendendo Jornalista em Protesto contra tarifa de Transporte em São Paulo-SP

Google comemora chegada do Ano Novo com doodle animado de 2014

A chegada de 2014 é lembrada (o) pelo Google, com a continuidade do doodle da Véspera de Ano Novo.
O Doodle do Google além de trazer em letras coloridas o nome do site de procura, traz também números dançantes que formam o ano de 2014 e também o número três  que está descansando. Caixas de som e luzes garantem a animação do Doodle, que não possui som.
Chegada de 2014 pelo mundo e pelo Brasil. Pelo mundo a chegada de 2014 começou pelas ilhas Tonga, no oceano Pacífico, a cerimônia local contou com uma reza e uma cerimônia que culminou com tiros de canhão de bambu. Já em Hong Kong, fogos de artifício foram queimados sobre os arranha-céus e em barcos a um quilômetro da baía da Vitória. Em Seul, na Coreia do Sul, a chegada de 2014 foi celebrada com 33 badaladas de um tradicional sino de ouro que data do século XV.
Dubai, a cidade que é a principal candidata à sede da Exposição Universal de 2020, preparou o maior espetáculo pirotécnico da Terra. Cerca de 400 mil projéteis foram queimados na ilha artificial de Palm Jumeirah e iluminaram  o céu da capital dos Emirados Árabes Unidos. Com o grandioso show, o país espera entrar para o livro Guinness dos recordes.
Homenagem à Mandela. A Cidade do Cabo, na África do Sul, preparou uma grande homenagem ao líder da luta contra a apartheid, Nelson Mandela, que faleceu no começo deste mês. Um show, fogos de artifício, além de uma retrospectiva em 3D que será projetada na fachada da prefeitura, está previsto para comemorar a chegada de 2014 e a memória do Nobel da Paz ao país.
No Rio de Janeiro uma queima de fogos de artifício de duração de dezesseis minutos celebrou a chegada de 2014 na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Mais de 2 milhões de pessoas se aglomeraram nas areias para acompanhar o espetáculo nos céus e os shows nos três palcos montados no local.
Em São Paulo, o Réveillon aconteceu na Avenida Paulista – e também reuniu uma multidão. Cerca de dois milhões de pessoas, segundo os organizadores, ocuparam mais de três quilômetros de uma das principais vias da avenida, ponto tradicional de celebrações na capital paulista.
Em Brasília (DF), a queima de fogos aconteceu em frente ao Congresso Nacional e durou de 18 minutos. O cantor Luan Santana fez a contagem regressiva para a chegada do novo ano.
Em  Recife a prefeitura organizou a festa de réveillon em cinco polos: Boa Viagem, Pina, Casa Amarela, Ibura e Lagoa do Araçá. Durante os primeiros 15 minutos de 2014, esses lugares tiveram uma bela queima de fogos para celebrar a virada do ano.
Em Belo Horizonte, cerca de 80 mil pessoas  presenciaram a chegada de 2014, em clima de Copa e comemorando o excelente desempenho dos times Mineiros, a queima de fogos com 155 efeitos fez o céu de o Pampulha brilhar por 15 minutos com as cores do Brasil e dos times mineiros, que vão representar o país em competições internacionais este ano. Chuva de prata para o Atlético Mineiro e estrela azul para o Cruzeiro, homenagearam as importantes conquistas esportivas dos dois clubes.
O Acre foi o último estado do país a comemorar a chegada de 2014. O ano novo foi comemorado pelos acreanos que se reuniram na extensão da Avenida Amadeo Barbosa, em Rio Branco. Com a alteração do fuso, no dia 10 de novembro deste ano, o estado ficou com a diferença de duas horas em relação à Brasília, três horas no horário de verão. Como sempre e comemorando a retomada do crescimento milhares de pessoas aguardaram em Nova York na Times Square  a descida de 60 segundos da gigantesca bola de vidro multicolor e a chegada de 2014.
Com informações de Agências Nacionais e Internacionais e da redação do noticias. portalbraganca.com.br